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     Na madrugada desta segunda-feira (17), um homem armado provocou uma confusão em um condomínio de Anápolis.

     Um homem começou a acelerar uma motocicleta de maneira proposital fazendo muito barulho, para provocar alguns moradores. Não demorou muito para que outros moradores de outras sacadas começassem a reclamar do barulho.

     O motociclista começou a xingar e ameaçá-los para que eles descessem dos apartamentos para resolver a situação.

     O motociclista estava armado, porém ele só não sabia que no local mora um Policial da CPE que estava de folga. Ele desceu até o estacionamento e começou a lidar diretamente com o motociclista.

     Depois de uns minutos, uma equipe da CPE foi até o condomínio para auxiliar na ocorrência.

     Fonte: TV Serra Dourada

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     Depois de consolidar o Travacar Condominial no mercado brasileiro, a GPS Condominial dá mais um passo importante e acaba de lançar o Projeto Reciclar Carrinhos, unindo sustentabilidade e inovação. Todas as práticas vem ao encontro de uma das principais metas das Organização das Nações Unidas (ONU), que é ajudar a cuidar do planeta e melhorar a vida da população.

     O Reciclar Carrinhos tem como proposta a reciclagem dos carrinhos de compras que não estão mais em condições de uso. Evita desta forma o descarte do material no meio ambiente, diminui os impactos ambientais, reduz os custos dentro dos condomínios e gera empregos diretos e indiretos.

     A iniciativa fortalece os projetos já existentes de reciclagem, uma vez que esta é uma prática ainda pouco explorada no Brasil. Segundo levantamentos ofíciais, apenas 20% do materiais recicláveis são reaproveitados, portanto, o Reciclar Carrinhos já é uma experiência de sucesso por despertar uma consciência coletiva dentro dos condomínios de que reciclar é o caminho para evitar desperdício e promover ações sustentáveis que melhoram a vida de todos.

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TRAVACAR CONDOMINIAL - GPS Condominial

     O Travacar Condominial é o carro chefe da empresa, exemplo de eficiência e qualidade no controle de usuários no transporte das compras coletivo dentro dos condomínios.

     A GPS Condominal se consolidou de vez no mercado goiano como referência em produtos, equipamentos e serviços voltados para o mercado condominial, o que tem possibilitado uma gestão eficiente dentro dos condomínios por parte dos síndicos, gestores e zeladores. A empresa é a maior neste segmento na região Centro-Oeste e se desponta no Brasil pelo desafio de oferecer soluções completas de forma ética, segura e competitiva aos condomínios que escolheram e acreditam no potencial transformador e inclusivo da GPS.

     Entre a gama de produtos apresentados e de peso da GPS Condominial, o Travacar Condominial foi pensando e criado para revolucionar os carrinhos de compras, utilizados dentro dos condomínios pelos moradores, com mais praticidade e mais conforto. Ou seja, por meio de um dispositivo, o morador de qualquer apartamento pode utilizar o carrinho de compra, deixá-lo num local apropriado apenas acionando um sistema, sem o uso de chaves e cartões.

     A praticidade é tanto para os moradores quanto para os síndicos que não precisam sair recolhendo carrinhos de compras pelos corredores ou em locais de grande movimento de pessoas.  É só seguirem o passo a passo e acionarem o sistema, e o carrinho será liberado para o uso correto e seguro no transporte das compras. A descrição completa deste produto e a oferta de compra estão disponíveis no site da GPS Condominial no link: https://www.gpscondominial.com.br/eletronicos/travacar/mini-controladora-travacar-condominial, dando a oportunidade ao cliente comparar com outros produtos de mercado.

     O diretor da GPS Condominial, Edilson Cardoso, explica que, o Travacar Condominial é um produto que, além da praticidade que oferece, está em sintonia com o meio ambiente no que diz respeito ao seu reaproveitamento e reforma, evitando assim o descarte em situações que não estejam conservados e apropriados para o uso. “Quando criamos o Travacar, pensamos em preservação do meio ambiente, e por isso hoje reformamos os carrinhos aramados que com o tempo ficam sem condições de uso. Estamos sempre pensando na economia e na preservação do meio ambiente, sendo a reciclagem uma alternativa viável e recomendada”.

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Dez bandidos invadem condomínio no Ipiranga, na Zona Sul de SP, e fazem  arrastão na noite de réveillon; veja vídeo | São Paulo | G1     Grupo invadiu garagem de prédio por volta das 22h da noite do dia 31. Furtos aumentaram 44% na região do Ipiranga em um ano.

     Um grupo de dez bandidos invadiu a garagem de um prédio no Ipiranga, na Zona Sul de São Paulo, por volta das 22h desta sexta (31). Pouco antes da virada do ano, eles forçam e abrem o primeiro portão da garagem, entram correndo e depois abrem o segundo portão.

     Câmeras de segurança do condomínio mostram que o bando se espalha pelo estacionamento. Os ladrões mexem nas motos, e um deles pega um capacete. Outro tira os espelhos retrovisores de uma delas. A invasão dura menos de um minuto, e o grupo foge correndo.

     O síndico do condomínio acredita que eles estavam em busca de bicicletas, que podem ter alto valor de revenda, mas que não encontraram o que estavam procurando. Os moradores do prédio invadido ainda estão vendo tudo o que foi levado para aí fazer um boletim de ocorrência com todas essas informações. A Secretaria de Segurança Pública de São Paulo ainda não se posicionou sobre o caso.

     Os registros de furto no Ipiranga aumentaram 44% em um ano. Foram 1.233 furtos na região de janeiro a novembro de 2020, número que aumentou para 1.926 no mesmo período de 2021.

     Márcio Rashkorsky, advogado especialista em condomínios, alerta pra que haja um reforço na segurança de portões e acessos dos prédios. Ele pede atenção especialmente para aqueles moradores e visitantes que esperam na frente dos edifícios, que podem ser alvo de bandidos.

     Fonte: G1/SP.

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     Depois de agredir o porteiro e ser acusado de urinar na academia de um condomínio no centro de São Paulo, um morador foi proibido pelo Tribunal de Justiça de São Paulo de frequentar as áreas comuns do prédio em que vive. A decisão liminar (provisória) ameaça o morador com multa e ação ostensiva da polícia em caso de desobediência.

Morador escreveu com tinta vermelha na porta do próprio apartamento - Reprodução - Reprodução

     Ao longo de 2021, o comportamento do rapaz se agravou. Segundo Marcio Rachkorsky, advogado do condomínio, o rapaz passou a incomodar os moradores nas áreas comuns. "Ele dormia na academia, no sofá da recepção e começou a escrever na porta dos vizinhos. A porta do próprio apartamento ele pintou de vermelho, simulando sangue", diz. "Ele colocava a roupa lavada para secar nas áreas comuns do prédio e passou a jogar lixo no chão."

     Certo dia, Boga urinou na academia e espalhou fezes na porta do síndico, diz o advogado. Com o tempo, o mau comportamento teria se convertido em atos de violência.

     Violência

Morador é flagrado dormindo na recepção do prédio - Reprodução - Reprodução

     "Um funcionário do condomínio que cuidava de um reparo no prédio recebeu um soco desse morador", conta o advogado. À Justiça, Boga afirmou que "apenas reagiu a uma injusta agressão, posto que foi empurrado primeiramente" e que a confusão aconteceu porque o funcionário estaria desviando a energia elétrica do condomínio, o que ele nega.

     Mas a situação do dançarino saiu do controle no dia 2 de setembro, quando ele entrou na sala da portaria e agrediu o porteiro com socos. A cena foi registrada por câmeras de segurança.

     Ele esmurrou o porteiro com mais de 30 socos no rosto. Ele foi preso, mas o delegado o soltou em poucos dias." Marcio Rachkorsky, advogado "Ficou todo mundo em pânico no prédio. Ele voltou da cadeia e continuou provocando. Um dia ele furtou produtos de um mercadinho de autoatendimento que há no prédio", diz Rachkorsky.

     A gota d'água foi no dia 6 de novembro, após uma discussão com um morador em que teria afirmado "saber onde ficam as tubulações de gás e ameaçou explodir o condomínio inteiro".

     O que diz o acusado

     Em sua defesa à Justiça, Boga afirma ser "alvo de constante perseguição pelo condomínio e tal perseguição passou a ocorrer após o Requerido [ele] reclamar da má administração, falta de segurança e higiene no local", afirma. Tão logo começou a exigir seus direitos de condômino, de forma mais incisiva, o Requerido passou a sofrer retaliações por parte do Requente [construtora] que, a todo instante, busca formas de puni-lo indevidamente, muitas vezes concedendo-lhe tratamento desigual em relação a outros condôminos."

     Justiça proíbe uso de área comum

churrasqueira - Reprodução - Reprodução

     Diante das infrações, o prédio processou o condômino. Como o juiz da primeira instância ainda não marcou audiência, o advogado reportou à Justiça as recentes agressões e a ameaçada de explosão do prédio.

     Na última quinta-feira (9), o desembargador Luis Fernando Nishi concedeu uma decisão liminar até que o juiz de primeira instância julgue o caso.

     "A situação constatada nos autos exige a imposição de medidas enérgicas", escreveu o desembargador, que proibiu o morador de frequentar as áreas comuns do prédio sob pena de multa e até "remoção forçada" pela polícia.

     Defiro a tutela de urgência postulada para que o recorrido seja proibido de adentrar, visitar, frequentar e/ou permanecer nas dependências comuns do condomínio, exceto as áreas de acesso de entrada e saída de sua unidade, tais como escada e elevador."

     "Sob pena de remoção forçada, inclusive com o auxílio de força policial, além de multa de R$ 1.000,00 por infração", conclui o juiz.

     O advogado reforça que "os síndicos precisam ter em mente que esse tipo de decisão e demanda judicial só se aplica para casos extremamente severos".

     "Quando um morador se comporta mal e comete uma ou outra infração, o caminho é a advertência, é conversar ou aplicar multa", diz Rachkorsky. "Mas expulsar alguém do convívio social só se aplica aos casos em que os outros moradores estão em risco."

     Fonte: UOL

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Foto: Corrimão Continuo para Condominios de S.o.s Brasil Predial #1259438 -  Habitissimo

     Uma moradora que caiu de uma escada do edifício porque não conseguiu se segurar no corrimão devido a altura irregular deverá ser indenizada pelo condomínio residencial. A decisão foi mantida, por unanimidade, pela 4ª Turma Recursal dos Juizados Especiais. O relator da ação interposta pelo condomínio, juiz Algomiro Carvalho Neto, entendeu demonstrada a falha na prestação de serviços, uma vez que não restaram apresentadas condições de segurança no local. Ele reduziu o valor da indenização de R$ 10.000,00 para R$ 6.000,00.

     No dia 20 de abril de 2019, a moradora descia a escada da portaria do condomínio, localizado no Setor Bueno, em Goiânia, quando se desequilibrou e não conseguiu se segurar no corrimão da escadaria devido a altura irregular do corrimão, momento em que caiu ao solo. Ela disse que por, causa da queda, teve diversas fraturas no punho direito, necessitando de cirurgia de emergência, além de luxação no pé direito e dor de cabeça em decorrência da pancada.

     O magistrado argumentou que o relatório de inspeção feito pelo Corpo de Bombeiros mostra que o corrimão não foi devidamente instalado. Para ele, a situação retratada no processo constitui circunstância que, sem dúvida, configura dano moral pela qual deve responder o reclamado.

     Fonte: Jornal Opção

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     Na última terça-feira (7) em Niterói (RJ), uma criança foi flagrada no parapente de uma janela do segundo andar de um edifício, é possível ver a criança andando pelo parapente enquanto se segura na moldura da janela.

Crédito: Reprodução

     “O garotinho está na janela, moça. O filho da senhora está na janela. Vai para o quarto, gente. Misericórdia”. Na sequência, três pessoas que estavam na varanda do apartamento entram correndo e uma delas abre a janela e consegue pegar a criança.

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PM aposentado se apresenta à PF e diz que agiu por impulso ao atirar em carteiro

     Um Polícia Militar aposentado se apresentou, nesta terça (30), à Polícia Federal (PF) e assumiu ter atirado em um carteiro durante entrega em um condomínio em São Lourenço da Mata, no Grande Recife. Segundo o assessor de comunicação da PF, Giovani Santoro, ele disse que "agiu por impulso por ter sido xingado e ameaçado". O homem vai responder em liberdade.

     O crime aconteceu na segunda (29). De acordo com a PF, por ter se apresentado, o segundo tenente da reserva não foi preso em flagrante e foi liberado após depor.

     O homem, que tem 61 anos, é síndico no conjunto de prédios onde o crime aconteceu. Ele não apresentou a pistola ponto 40 usada no crime. O caso é investigado pela Polícia Federal como tentativa de homicídio.

"Por ter se apresentado espontaneamente, ele não foi preso em flagrante. Ele não trouxe a arma do crime, disse que não entregou porque foi extraviada, mas não disse o que aconteceu. A gente não pode afirmar que era dele e que está registrada. No decorrer das investigações, não se descarta a possibilidade de solicitação de prisão temporária ou preventiva", afirmou Santoro.
Suspeito de atirar em funcionário dos Correios se apresenta à polícia
 

 

     O segundo tenente da reserva da PM foi a primeira pessoa a depor sobre o caso. "Ele disse que foi xingado, humilhado, maltratado e ameaçado. Que a briga aconteceu porque o funcionário não Correios, em tese, não queria aceitar deixar as encomendas de moradores com ele", destacou Giovani Santoro.

 
 

     Nesta terça, o trabalhador, que pediu para não ser identificado, contou ao g1, por telefone, que passou por cirurgia e está internado. Sobre o crime, ele relatou que tudo aconteceu após uma discussão que começou quando chegou ao condomínio residencial para realizar a entrega. Toda a ação foi registrada por uma câmera de segurança.

     "Chamei 'Correios'. Aí ele disse 'se você quiser entregar a encomenda, você entrega. Se não, você [palavras de baixo calão]", afirmou a vítima, relatando que pediu em seguida para ser respeitado. Foi, então, que começou a discussão.

     Fonte: G1 Pernambuco.

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Dia do Síndico(a)

     A vida em condomínio não é nada fácil, principalmente para aquela pessoa que possui o cargo de Síndico(a)…

     Função preocupante, de muita responsabilidade conviver com condôminos, pouco reconhecimento e com vários desafios, mas ainda bem que existem condôminos que reconhece a função do síndico(a) e sabe o quanto ela é fundamental.

     Para nós do Solicite.net, o Síndico(a) é uma pessoa importante, pois sem ele(a) não existiríamos, para nós a figura do sindico(a) se resume em uma única palavra empatia,  pois administrar um condomínio é passar por diversas situações, de superação e acima de tudo adaptar-se as costumeiras mudanças que ocorrem nos condomínios do Brasil a fora.

     Hoje parabenizamos a todos os síndicos e sindicas que com muita dedicação e trabalho cuidam dos nossos condomínios.

     Parabéns Síndico(a) pelo seu dia!

Portal Solicite

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     A Câmara Municipal de Goiânia aprovou, em segunda votação, nesta quinta-feira, 21, o projeto 077/2021, de autoria da vereadora Lucíola do Recanto (PSD), que acrescenta o artigo 2B à Lei de número 9843, de 9 de junho de 2016, tornando obrigatório aos condomínios residenciais e comerciais da capital comunicar à autoridade policial a ocorrência ou o indício de maus-tratos a animais em suas áreas comuns. O projeto estabelece que a comunicação seja feita de imediato, por telefone, nos casos de ocorrência em andamento, e por escrito nas demais hipóteses, no prazo de até 24 horas após a ciência do fato, com informações que possam contribuir para a identificação da autoria e materialidade de possíveis condutas delitivas.

     O descumprimento desta determinação será considerado infração administrativa ambiental e será punida com as sanções previstas na Lei, de acordo com a gravidade dos fatos, sem prejuízo das demais sanções de natureza cível, penal e administrativa. Os condomínios ficam obrigados também a fixar nas áreas de uso comum cartazes, placas ou comunicados divulgando a Lei.

     A vereadora explica que os maus-tratos vão além do que pode parecer óbvio. "Pode ser enquadrado como crime de maus-tratos deixar o animal exposto ao sol por longos períodos, deixá-lo em local inadequado ao seu tamanho, não alimentá-lo, entre outros casos que poderiam ser enquadrados como tortura se fosse uma pessoa", afirma. Segundo Lucíola, quando houver necessidade de investigação para apurar a prática de infração penal e identificar a autoria, o fato deve ser levado ao conhecimento da Polícia Civil. A Polícia Militar deve ser acionada se o fato exigir a intervenção policial para repressão imediata da infração, como no caso de espancamento. O projeto segue agora para análise do prefeito Rogério Cruz (Republicanos).

     Fonte: Goiânia.go

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A corrida rumo aos céus do Brasil

     Segundo Gerard Peet, em The Origin of The Skyscraper, a primeira vez que a palavra arranha-céu obteve denotação arquitetônica foi no início da década de 1880. Ela apareceu em artigos de jornais como o Chicago Daily, enfatizando a crescente criação de edifícios altos em Nova York.

     Judith Dupré, em seu livro sobre a história dos skyscrapers, se refere aos arranha-céus como “divas elevadas”, “ícones da cidade”, “estrelas de cinema”, “símbolos do poder” que comandam a cena urbana de nossas metrópoles.

     Por vezes, são protagonistas premiados como eficientes poupadores do espaço urbano, em outras ocasiões, vilões do consumo de luz e ar. Adjetivos como esses permitem antever a complexidade que abrange o imaginário da tipologia arranha-céu.

     No Brasil não é diferente. Uns veneram e julgam necessários os arranha-céus enquanto outros condenam a tipologia como o que há de pior no ambiente urbano. Mas há um fato a ser dito: estes “ícones” estão cada vez mais presentes em nosso cotidiano. Segundo o Council On Tall Building and Urban Habitat (CTBUH), a cada ano se constroem mais arranha-céus.

    Recentemente, circularam imagens nas redes sociais de uma possível edificação ultrapassando os 500 metros de altura, com 154 pavimentos, em Balneário Camboriú, Santa Catarina. O grupo FG Empreendimentos pretende construir o arranha-céu residencial mais alto não só do Brasil mas do mundo.

    Isso leva à seguinte pergunta: o que ocorreu com o arranha-céu brasileiro para não estar presente nas grandes capitais do país e sim virar notícia em uma cidade de cerca de 150 mil habitantes?

    Anos 20, 30 e 40

    Tardiamente, em comparação aos arranha-céus norte-americanos, os primeiros edifícios a romper a escala das cidades brasileiras surgiram na década de 1920 no Rio de Janeiro, capital do país na época, e em São Paulo.

    Diferentemente do padrão americano construído em aço, o principal modelo estrutural era o concreto aramado. O estilo arquitetônico seguido, porém, era o mesmo em boa parte das vezes, o art déco.

Edifício A Noite, concluído em 1928 no Rio de Janeiro, é considerado o primeiro arranha-céu do Brasil. Com 103 metros, o edifício de uso comercial destoava das demais edificações construídas ao longo da cidade.

    Em “Diálogos Verticais: arranha-céus na paisagem urbana brasileira”, Paulo César Garcez Marins reflete sobre a altura do edifício em relação às inspirações parisienses nos bulevares da capital: “[…] era quase um farol de modernidade na entrada da capital do país, sinalizando a adesão às escalas e ao estilo da modernidade que emanavam de Nova York, acolhendo forasteiros ao entrar no Rio de Janeiro”.

    Apenas um ano depois, em 1929, São Paulo ultrapassaria o Rio de Janeiro na corrida rumo aos céus, com o Edifício Martinelli atingindo 106 metros de altura. Sua linguagem arquitetônica, sinaliza Marins, já nascia ultrapassada em relação aos arranha-céus erguidos simultaneamente nos Estados Unidos, até mesmo em relação ao art déco do Edifício A Noite.

    A liderança do Edifício Martinelli como o mais alto prédio do Brasil durou até 1947, quando, na mesma São Paulo, um edifício inspirado no Empire State Building rompeu a barreira dos 30 pavimentos, atingindo 161 metros de altura. O Edifício Altino Arantes foi sede do Banespa e, por quase 18 anos, o edifício mais alto de toda América do Sul.

    O arranha-céu representava as ambições nova-yorkinas que a capital paulista desejava. Porém, assim como ocorreu com o Martinelli, “seu estilo art déco já estava ultrapassado quando o prédio foi entregue, depois de oito anos de construção”, afirma Raul Juste Lores, no seu livro “São Paulo nas Alturas”. Isso porque no final da década de 1940 o estilo moderno de arquitetura já começava a ganhar espaço país afora.

     Anos 50 e 60

    Os anos de 1950 e 1960 foram marcados por um boom na construção civil que alcançou as demais capitais dos estados brasileiros.

     Nessa época, a arquitetura moderna atinge seu auge no mercado imobiliário, e arranha-céus emblemáticos começam a ser construídos em diversas cidades, como o Conjunto JK, em Belo Horizonte, e o Edifício Santa Cruz, em Porto Alegre.

     O período também é visto como uma transição entre as leis de gabaritos de ruas — a largura da rua ditava a altura e volumetria da edificação — para a implementação dos primeiros planos diretores.

    Em 1953, era apresentado o projeto do Edifício Itália, com 165 metros de altura. Com 52.000m² de área construída e um coeficiente de aproveitamento equivalente a 22 vezes a área do terreno, o arranha-céu foi destinado para o uso de escritórios, enquanto sua base serviu de sede para a instituição Circolo Italiano, e a cobertura, para um restaurante.

     O formato elíptico é oriundo da ideia do arquiteto de posicionar a volumetria do edifício em diagonal no terreno para buscar uma maior altura e aproveitamento para edificação. Os brises-soleil móveis ditavam certa irregularidade na fachada, e, ao mesmo tempo, protegiam contra a incidência solar.

     Sua hegemonia durou apenas um ano, pois o edifício Palácio W. Zarzur, também conhecido como Mirante do Vale, atingiu 170 metros de altura quando concluído em 1967. Localizado na parte mais baixa do Vale do Anhagabaú, o projeto trouxe fachadas inteiramente revestidas de vidro, característica que começava a vir a ser explorada nas edificações.

     Anos 70 e 80

     Durante as décadas de 1970 e 1980, nenhuma edificação ultrapassou a altura do Mirante do Vale, mas o Rio de Janeiro voltou à cena. O período é marcado pela consolidação dos planos diretores, em que edificações isoladas no lote — projetadas a partir de cálculos de altura e coeficiente de aproveitamento — passaram a reger a paisagem urbana em boa parte das cidades brasileiras.

    Enquanto em São Paulo a construção de edificações em altura diminuía, devido ao seu plano diretor, no Rio de Janeiro houve um crescente aumento de arranha-céus de escritórios na zona central da cidade.

    David Cardeman e Rogerio G. Cardeman contam em “Rio de Janeiro nas Alturas” que nessa década foram liberadas as alturas das edificações, tornando-as independentes de cálculos do alinhamento, desde que a área total da edificação não ultrapassasse 25 vezes a área do terreno.

    Desse modo, os arranha-céus mais altos construídos nos anos 70 foram o Edifício Santos Dumont, o Edifício Conde Pereira Carneiro e o Centro Candido Mendes,todos com mais de 40 pavimentos. Essas edificações se inspiravam nas fachadas de vidro projetadas por Mies van Der Rohe em Nova York e Chicago.

     Nos anos 80, um pouco afastado do Centro, no bairro Botafogo, foi construído o edifício que é ainda hoje o mais alto da cidade. O Rio Sul Center, projeto brutalista com 163 metros de altura, foi construído sobre um shopping center e teve seu uso voltado para escritórios. Esse arranha-céu carioca foi beneficiado pelas legislações da década de 1970 que permitiam grandes alturas afastadas das divisas, sobre pavimentos de garagens sem afastamentos.

     Anos 90 e 2000

     As décadas de 1990 e 2000 também não tiveram arranha-céus que ultrapassassem a altura do edifício Mirante do Vale, mas apresentaram algumas características relevantes. A principal foi que as edificações mais altas passaram a ser construídas em bairros afastados das zonas centrais. Outro ponto a ser destacado é a aparição de arranha-céus de uso residencial.

     Em “Verticalização em São Paulo: a produção da cidade difusa e excludente”, Nádia Somekh atenta que esse aumento da verticalização em bairros afastados estava ligado a uma tentativa de criação de novas centralidades, que resultou na construção de edifícios ao longo da Marginal Pinheiros como Birmann 21, Torre Norte e a E-Tower.

     É importante destacar o baixo coeficiente de aproveitamento dos lotes em relação aos arranha-céus do passado. Essas novas edificações possuíam grandes terrenos com enormes áreas de estacionamento para poderem chegar as alturas atingidas. 

     O uso residencial aparece em meados dos anos 2000 com o complexo Parque Cidade Jardim, de 158m de altura. O conjunto de sete edifícios de apartamentos de luxo, construído sobre um shopping center, apresenta fachadas ornamentadas que buscam reinterpretar o estilo neoclássico de arquitetura, que virou moda em São Paulo nessa década.

      Anos 2010 até o momento

     De 2010 em diante, o arranha-céu brasileiro se transforma e ganha força em outros contextos. São Paulo deixa de possuir o edifício mais alto do Brasil, enquanto cidades de menor expressão populacional e econômica, como Balneário Camboriú e Goiânia, passam a disputar o primeiro lugar na corrida rumo aos céus. Além disso, segundo estimativas do CTBUH, outras quatro cidades terão edificações mais altas que a capital paulista até 2023. São elas: Ponta Grossa-PR, Rio Verde-GO, João Pessoa-PB e Itapema-SC.

     Após o Mirante do Vale ter permanecido por 47 anos como o prédio mais alto do país, foi concluído o edifício Millennium Palace, em Balneário Camboriú, com 177 metros de altura. A edificação, que possui um apartamento por andar, também reinterpreta as antigas edificações neoclássicas.

     Edificações desse porte passam a surgir à beira da praia de Balneário Camboriú, que autorizou coeficientes de aproveitamento de 6, acrescidos de bônus construtivos de instrumentos como a Outorga Onerosa e a Operação Urbana Consorciada.

     A cidade passa a atingir a maior concentração de prédios com mais de 170 metros de altura no país, o que levou Balneário Camboriú a ganhar o apelido de “Dubai brasileira”.

     Em Goiânia, o Órion Business & Health Complex foi concluído em 2018 e passou a ser a primeira edificação próxima dos 200 metros no país. O arranha-céu de 191 metros de altura é revestido por pele de vidro, possuindo três volumetrias com alturas distintas em sua composição. Cada volume é separado por diferentes usos: escritório, hospital, hotel e shopping. Além desta edificação, outras três estão concluídas ou em construção na capital de Goiás e terão alturas superiores a 170 metros.

     Após alguns meses da conclusão do Órion Business & Health Complex, três empreendimentos em Balneário Camboriú já ultrapassavam a altura do arranha-céu goiano.

     A Infinity Coast Tower, de 2019, é hoje o edifício concluído mais alto do país, com 235 metros de altura. Desenvolvida pelo grupo FG Empreendimentos, a edificação de uso residencial possui boa parte de sua fachada em pele de vidro e ornamentos que remetem aos arranha-céus do Oriente Médio.

     Com previsão de conclusão em 2022, a Yachthouse Residence ultrapassa os 280 metros de altura. Esse arranha-céu, composto por duas torres, pretende ser o edifício residencial mais alto da América Latina. Isso acontecerá se caso seu vizinho, o One Tower, também com previsão de término em 2020, não obtenha a aprovação do CTBUH para que seu pináculo, a 290 metros de altura, seja elemento arquitetônico parte da edificação.

     Uma verdadeira disputa pelos céus do Brasil se passa hoje na cidade de Balneário Camboriú.

     Paulo César Garcez Marins corretamente afirma que: “os arranha-céus do Brasil constroem hoje um skyline difuso, que horizontaliza a verticalização em vários quadrantes”.

     O Brasil possui uma condição singular na sua corrida de construção de arranha-céus. Enquanto em outros países as edificações mais altas costumam estar nas maiores cidades, no Brasil essa tipologia avança pelo interior do país.

     Em cidades como Nova York e Londres, os arranha-céus se concentram na área central, mas em São Paulo surgem em áreas mais periféricas. Um exemplo é o edifício Platina 220, que está para ser inaugurado a 8 quilômetros do Vale do Anhangabaú, e será a construção mais alta da cidade. Esta quebra de paradigma está intrinsicamente ligada ao avanço dos planos diretores nos anos 70 e 80, ganhando força nas décadas seguintes.

     A corrida pelos céus do Brasil é singular no sentido de que apenas em um curto período houve, de fato, uma identidade de arquitetura atribuída a elementos característicos brasileiros, a exemplo do Edifício Itália.

     Nos demais períodos, a imagem do arranha-céu está sempre ligada à alguma referência vinda de fora, muitas vezes ultrapassada em relação às tendências contemporâneas na arquitetura. E o que se pode dizer das nomenclaturas das edificações que passam da língua portuguesa para diversos outros idiomas? Seria isto a visão de um Brasil globalizado, associado à imagem de um mundo universal, ou puramente um fetiche brasileiro?

     Fonte: Archdaily

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     O auxiliar de serviços gerais Josimar dos Santos França, de 35 anos, denunciou à Polícia Civil que foi chamado de “neguinho safado” por um morador do condomínio em que trabalha, em Caldas Novas, no sul de Goiás. Um vídeo de câmeras de segurança mostra os dois discutindo e, em certo momento, o trabalhador chega a ser empurrado pelo homem.

     Segundo Josimar, o homem começou a discussão alegando que ele estava empoeirando o carro dele. Além disso, o trabalhador denuncia que o morador também disse que ele “não prestava para nada e que ele estava na profissão de serviços gerais por ser um lixo”.

     “Eu não estava fazendo poeira. Estava varrendo umas folhinhas. Ele começou a brigar e me xingar. Falei que não estava fazendo poeira e pedi desculpas, mas ele começou a me chamar de lixo. Eu fiquei muito nervoso, comecei a tremer todo”, disse o auxiliar de serviços gerais.

     O caso aconteceu na terça-feira (26) e o boletim de ocorrências foi registrado no mesmo dia. Segundo o advogado do trabalhador, Romes Lopes, o caso foi registrado como injúria racial. Ele contou ainda que entregou todas as filmagens à Polícia Civil e que o caso já está sendo investigado pela corporação.

    Traumatizado 

     

     Josimar contou em entrevista ao g1 que nunca havia passado por situação parecida e que está bastante traumatizado. Ele disse ainda que está tendo dificuldades para trabalhar e que chegou a pensar em pedir demissão.

     “Fiquei muito abalado. Cheguei a pensar em pedir demissão, mas preciso trabalhar. Não posso parar para não passar por dificuldades. Me senti humilhado e envergonhado de ter que passar por isso”, desabafou Josimar. 

     Emocionado, ele contou que é casado e pai de dois filhos e que precisa do emprego para sobreviver. Ele relatou ainda que sempre foi muito comunicativo e tratou bem as pessoas, mas que agora está com medo.

    “Voltei a trabalhar, mas estou com medo. Fico mais de cabeça baixa. As vezes passa alguém e eu nem cumprimento”, relatou.

     O auxiliar de serviços gerais disse ainda que tem crises de choro toda vez que se lembra ou fala da situação. “Estou sofrendo muito. Lembro e começo chorar, meu coração está apertado”.

    Fonte: G1

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     Uma mulher cortou a corda que sustentava dois pintores que realizavam uma obra no prédio em que ela mora, os deixando pendurados no 26º andar. O caso aconteceu nesta quarta-feira (27), na Tailândia. A informação é da Associated Press.

     A moradora teria se irritado com os trabalhadores por supostamente não ter sido avisada que eles realizariam um serviço no prédio, que possui 32 andares. Então, ela decidiu ir até a janela de seu apartamento, que fica no 21º andar, e cortar a corda para que os dois pintores caíssem.

     Por sorte, os pintores foram ajudados por um casal que vive no 26º andar do prédio. Os trabalhadores pediram que os moradores da casa que estavam de frente enquanto estavam pendurados abrissem a janela, e, então, eles foram resgatados.

     A mulher que cortou a corda, agora, enfrenta acusações de tentativa de homicídio e destruição de propriedade, segundo a polícia.

     Fonte: Istoé

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     Maria Lima das Graças pedia R$ 5 mil de indenização por manifestações de insatisfação de outra moradora, Julieta Sueldo Boedo.

     A juíza Bianca Martuche Liberano Calvet, da 1ª Unidade Jurisdicional Cível, do Juizado Especial, julgou improcedente o pedido de Maria Lima das Graças, síndica 37 anos do Conjunto Governador Kubitschek, conhecido como edifício JK, localizado na Região Centro-Sul de Belo Horizonte. Ela pedia indenização por danos morais, no valor de R$ 5 mil, de Julieta Sueldo Boedo, também moradora do prédio, por declarações públicas feitas contra a administração da síndica. 

     Na sentença, a magistrada destaca que, na última eleição feita no condomínio, em novembro de 2020, foram publicadas matérias jornalísticas em que Julieta manifesta sua insatisfação com a gestão da síndica, que está na administração do condomínio por décadas. Para a juíza, Julieta agiu dentro dos limites da Constituição ao se declarar contra a administração da síndica.  

    "A Constituição Federal garante como inviolável a liberdade de expressão (art. 5, IV, CF). Dessa forma, o indivíduo tem garantido o seu direito de expressar suas ideias e insatisfações, ainda em questões com a gerência de condomínio residencial, em que a decisão do síndico, reflete diretamente na vida cotidiana e despesas a serem pagos por eles", diz um trecho da decisão.

    Na época da eleição do condomínio, Julieta se candidatou para o cargo e mostrou suas propostas e insatisfações, "o que é natural do cenário de eleições. A Autora, inclusive, foi ouvida e manifestou também suas propostas, como se vê no jornal Estado de Minas", ressalta a magistrada.

    Em outro trecho da sentença, a juíza afirma que impedir a liberdade de manifestação é uma postura típica de ditaduras. 

     "Não permitir o debate político, eleições periódicas, e a liberdade de manifestação são posturas que se aproximam em muito a um cenário ditatorial, que não é mais nossa realidade há quase 30 anos."

     Caracterização do Dano Moral 

      Na decisão, a magistrada explica que "o dano moral decorre de violação a atributos inerentes ao direito da personalidade, no que se insere o dano à honra, imagem, bom nome e boa fama, e, para o caso, à integridade psicológica."

     Ela acredita que as declarações de Julieta não foram suficientes para causar violação aos direitos da personalidade da síndica. Assim, a indenização não seria cabível. 

     "Mesmo que houvesse violação a honra da autora, entendo que ela não teve êxito em demonstrar a existência de desdobramentos que conduzisse para a violação de seus direitos da personalidade, sobretudo quando supracitado valor não causou qualquer tipo de desestabilização psicológica, vergonha de transitar pelo condomínio ou até mesmo medo da ré."

     A juíza sustenta que a síndica continua cumprindo suas funções na administração do condomínio, "o que demonstra a normalidade de seu cotidiano frente aos moradores do condomínio e sua autoridade pessoal."

     Na decisão, ela frisa que o dano moral se configura quando há "dor, vexame, sofrimento, humilhação que, fugindo à normalidade, interfira intensamente no comportamento psicológico do indivíduo médio, causando-lhe aflições, angústias e desequilíbrio em seu bem estar." Caso contrário, ele acaba por ser banalizado, dando origem a ações judiciais de indenização por aborrecimentos triviais. 

    Ofício ao Ministério Público

     Além de negar o pedido da síndica Maria Lima das Graças, a juíza ainda determinou que uma cópia da sentença seja enviada ao Ministério Público de Minas Gerais para que o órgão tome as medidas cabíveis, diante dos fatos relatados sobre a administração do condomínio JK.  

     "Em razão da gravidade dos fatos relatados aqui sobre a administração de um condomínio que é referência artística na cidade de Belo Horizonte, com inúmeros moradores, e que possui por 37 anos a mesma síndica, bem como a ausência de espaço para a renovação do cargo diretivo, e sobre valores recebidos pelos condôminos, a serem investigados. Determino ofício ao Ministério Público de Minas Gerais, com cópia desta sentença, para que tome as medidas que entender cabíveis."

     A confusão entre a síndica e um grupo de moradores que se opõem à sua administração começou durante a eleição do condomínio, em novembro do ano passado. Esses moradores tentam anular na Justiça, a eleição que reelegeu como síndica Maria Lima das Graças para seu 38º ano de mandato à frente dos prédios tombados do Conjunto Governador Kubitschek. 

     Julieta, que fazia parte da chapa de oposição, afirma ter recebido uma intimação, por iniciativa da síndica, em que era acusada de difamação após dar entrevistas a veículos de imprensa sobre a eleição no JK. Inclusive ao Estado de Minas, que na época tentou contato com a síndica, mas não teve retorno. "Em 4/11/2020, foram publicadas inúmeras matérias jornalísticas, nos mais diversos veículos de imprensa, em que a requerida, moradora do mesmo condomínio, em entrevista, fez insinuações sobre a lisura, a transparência e a imagem da parte autora", diz o documento.

     Os moradores chegaram a procurar a polícia para denunciar casos de difamação, injúria, calúnia e até mesmo agressão física praticada por funcionários da administração contra condôminos que faziam parte da chapa de oposição.

     Fonte: Estado de Minas

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Funções do Zelador de Condomínio

     Em primeiro lugar, é essencial explicarmos o que é o zelador condominial e o que faz esse profissional. Em síntese, o zelador condominial é o funcionário que coordena o dia a dia no condomínio.

     Como explica o próprio nome da profissão, o zelador condominial é quem zela pelo condomínio. Ele é responsável por fiscalizar o uso das áreas comuns, cuidar das manutenções básicas e ainda coordenar o trabalho dos demais funcionários, como a equipe de limpeza, de segurança e entre outros.

     Como citamos anteriormente, o zelador condominial age como um braço direito do síndico para garantir a funcionalidade e a boa comunicação dentro do condomínio. É ele quem comunica o gestor sobre quaisquer irregularidades no empreendimento.

     O zelador é o principal e mais importante funcionário de um condomínio. Ele não é só o braço direito do síndico, mas também quem gerencia pessoas e faz com que tudo funcione corretamente. Por isso sua função não é fácil, exige conhecimento profissional, dedicação, tempo e principalmente, empatia e respeito.

     As atribuições trabalhistas da categoria estão previstas nas convenções dos sindicatos regionais e podem variar de região para região, portanto para ser assertivo pesquise a do seu estado.

     Em São Paulo, por exemplo, determina que:

     Parágrafo Primeiro - Zelador é o empregado a quem compete, salvo disposição em contrário no contrato individual de trabalho, as seguintes tarefas: a) Ter contato direto com a administração do edifício e agir como preposto do síndico ou da administradora credenciada; b) Transmitir as ordens emanadas dos seus superiores hierárquicos e fiscalizar o seu cumprimento; c) Fiscalizar as áreas de uso comum dos condôminos ou inquilinos, verificar o funcionamento das instalações elétricas e hidráulicas do edifício, assim como os equipamentos de uso comum, além de zelar pelo sossego e pela observância da disciplina no edifício, de acordo com o seu regimento interno ou com as normas afixadas na portaria e nos corredores. 

     É Função do Zelador

     Manter a conservação. Cabe também a ele a função de colaborar para que as normas internas sejam cumpridas. Para isso, precisa ser pontual e acompanhar o desempenho dos demais colaboradores. Ele é o intermediário entre o Síndico, moradores e funcionários. Em síntese, deve promover a limpeza, higiene e conservação do condomínio, supervisionando o cumprimento das Normas Internas, a fim de assegurar o asseio, ordem, segurança e o bem estar dos condôminos.

     São suas atribuições: 

  1. Comunicar fatos estranhos ao Síndico. 
  2. Organizar e fazer cumprir a escala de serviço.
  3. Desempenhar outras atribuições pertinentes ao cargo. 
  4. Sugerir ações que possam aprimorar a eficácia das tarefas.
  5. Responsabilizar-se pela guarda das chaves reservas dos prédios.
  6. Assumir atribuições típicas do porteiro, quando se fizer necessário.
  7. Orientar, supervisionar e distribuir as tarefas dos seus subordinados, exigindo-lhes higiene, disciplina, apresentação, pontualidade e assiduidade.
  8. Receber e encaminhar aos destinatários as correspondências postais, encomendas, bem como circulares, balancetes e quaisquer outros documentos emitidos pelo Condomínio, colhendo assinaturas de recebimento, além de ligar e desligar as bombas hidráulicas.
  9. Inspecionar corredores, pátios, áreas e instalações do prédio verificando necessidades de limpeza, reparos, condições de funcionamento de elevadores, parte elétrica, hidráulica e outros aparelhos, a fim de verificar a funcionalidade e encaminhar sugestões, comunicar a necessidade de reparos ou qualquer fato estranho ao Síndico.
  10. Promover serviços de manutenção geral, trocando ou providenciando a troca de lâmpadas e fusíveis, efetuando pequenos reparos e requisitando pessoas habilitadas para consertos de bombas, caixas d`água, extintores, elevadores, portões, interfones e outros, a fim de assegurar as condições de funcionamento e segurança das instalações. Os procedimentos devem ser devidamente autorizados pelo síndico.
  11. Encarregar-se da recepção, conferência, controle e distribuição de material de consumo e de limpeza, tomando como base os serviços a serem executados para evitar desperdícios e a descontinuidade do processo de higienização e garantir a manutenção das instalações.
  12. Abster-se de guardar chaves dos apartamentos, exceto com autorização expressa do Síndico.
  13. Comunicar imediatamente ao Síndico ou seu substituto, qualquer incidente, anormalidade ou acidente ocorrido no Edifício.
  14. Acompanhar e controlar o perfeito funcionamento dos elevadores, bombas d`água, e demais instalações.
  15. Manter na portaria quadro com horário de trabalho e demais documentos exigidos por lei.
  16. Coibir reuniões nas partes comuns do Edifício, principalmente na portaria, salvo se forem previamente autorizadas.
  17. Acompanhar e fiscalizar as mudanças, fazendo cumprir as datas previstas e cobrando taxas, quando exigido pela Convenção.
  18. Promover à leitura dos medidores de consumo de gás, preenchendo o formulário específico.
  19. Responsabilizar-se pela guarda do material de limpeza das caixas de gordura e desentupimento.
  20. Produzir com antecedência um cronograma para o uso da jateadora, enceradeira e o que for necessário a fim de evitar descontentamento. 
  21. Produzir com antecedência um cronograma dos serviços a serem executados, a fim de demonstrar eficiência e evitar imprevistos.
  22. Sempre consultar sua comunicação interna a fim de não falhar por omissão. Em caso de dúvida quanto o que foi solicitado, procure a pessoa que lhe enviou o comunicado.
  23. Cuidar para que o lixo seja devidamente recolhido, embalado e armazenado nos horários e locais determinados.
  24. Fazer cumprir os princípios de segurança patrimonial, de higiene e segurança do trabalho, horário de serviço e escala de revezamento.
  25. Elaborar a escala de serviço dos empregados do Edifício e acompanhar o registro de frequência, em livro próprio.
  26. Distribuir e observar se o Regimento Interno do Edifício está sendo cumprido pelos moradores, solicitando seu cumprimento ou comunicar as irregularidades ao Síndico.
  27. Atender os fornecedores de serviços ou materiais, colhendo informações preliminares, segundo orientação do Síndico, quando for o caso.
  28. Atender e orientar os moradores e visitantes em assuntos pertinentes ao Condomínio.
  29. Atender emergências, mesmo fora de seu horário normal de serviço.
  30. Programar, em conjunto com o Síndico, a escala de férias própria e dos demais empregados.
  31. Auxiliar no recrutamento e seleção de candidatos a emprego e treiná-los, se admitidos.
  32. Buscar ampliar seus conhecimentos participando de eventos, treinamentos e reciclagem.

     Acúmulo de função?

     O contratante deve buscar orientações da contabilidade e do advogado condominialista de como deve ser o contrato de trabalho do funcionário para evitar problemas e também a forma que o síndico deve agir com relação ao exercício de outras funções durante o horário de trabalho.

     É importante destacar que o zelador não deve executar serviços sem o conhecimento ou habilitação técnica no condomínio primeiramente como meio preventivo de acidentes.

     Para saber mais se inscreva em nosso canal no youtube e acompanhe ao vivo o programa de hoje acessando o link: https://youtu.be/yBviUkRdSu0

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Funções do Síndico Profissional

     O Síndico Profissional é alguém que se capacita e desempenha a função de gerenciar o condomínio como um todo, porém, sem residir no local.

     Ele não é um funcionário contratado do condomínio e emite Nota Fiscal para receber seu salário como um prestador de serviço.

     As cidades estão cada vez mais se verticalizando, por isso, tem-se apostado ainda mais na vida em condomínios. Em meio ao crescente aumento do número de edificações, também surge a necessidade da existência de pessoas capacitadas para exercer a função de síndico. A figura do síndico profissional aparece como uma peça importante dentro desse cenário.

     O que antes era uma tendência de mercado, hoje é uma realidade cada vez maior para os condomínios. É um setor que cresceu bastante nos últimos anos e a cada dia temos a certeza de que esse gestor veio para ficar.

Obrigações do Síndico Profissional

     O Síndico Profissional tem as mesmas obrigações de um síndico morador. Dentre inúmeras, citamos algumas:

  • Administrar o condomínio;
  • Cuidar e gerenciar os fundos de reserva;
  • Responder civil e criminalmente pelo condomínio;
  • Organizar o cronograma de obras e manutenções;
  • Lidar com as demandas dos moradores e mediar conflitos;
  • Fiscalizar a inadimplência as ações judiciais do condomínio;
  • Organizar as reuniões de assembleia e garantir que os moradores sejam notificados;
  • Coordenar a equipe de funcionários contratados e terceirizados;
  • Garantir a organização e preservação das áreas comuns do condomínio, como salão de festas e piscina.

Conclusão

     Administração, contas, funcionários, fiscalização e orçamentos. Deu para notar que para ser um síndico profissional demanda bastante tempo e dedicação. Mas mesmo tendo qualificação para exercer a função esse profissional prefere ter o auxílio de profissionais capacitados de diversas áreas, pois será responsável pela parte de cobrança e recrutamento de pessoal, áreas diversas em que esses gestores condominiais não costumam atuar. O síndico profissional e os parceiros acabam se completando, fazendo uma boa parceria de gestão o que resulta em grandes vantagens para todos. 

     É preciso organizar e capacitar uma boa equipe de colaboradores e um conselho com membros atuantes, para que todos trabalhem em conjunto, garantindo não só a segurança, mas o bom funcionamento de tudo.

     Ser um Síndico Profissional, significa zelar pela qualidade de vida do condomínio, independentemente do tamanho, observando sempre o Código Civil e a Convenção Condominial. Lembrando que os condôminos não estão livres de suas responsabilidades, uma vez que há obrigações a serem cumpridas de ambas as partes. 

     Esse gestor condominial dificilmente vai agradar a todos, mas o fato é que alguém precisa assumir a função, que deve ser exercida sempre com honestidade e muita transparência. Como deve ser em qualquer outra profissão.

     O que diz a Legislação?

     A legislação não impede a contratação de um síndico profissional. A prática é totalmente legal e começou a se popularizar após o Novo Código Civil, em 2002. 

     O Art. 137 (Lei Federal 10.406/02) permite a contratação de um síndico profissional:

     “A Assembleia poderá escolher um síndico, não condômino, para administrar o condomínio, por prazo não superior a dois anos, o qual poderá renovar-se”.

     Embora seja dotado de poderes executivos, com condições de tomar decisões importantes pelo prédio, o Síndico Profissional também pode ser substituído a qualquer momento, da mesma forma que foi eleito, por uma assembleia convocada especificamente para esse fim.

Qualquer pessoa pode ser um Síndico Profissional?

     Com o mercado aquecido, cresce a necessidade de auxílio na gestão de condomínios. Consequentemente, a necessidade de capacitação profissional é maior. O síndico profissional deve ser uma pessoa capacitada e qualificada para atender as demandas de um condomínio. Deve ter uma ótima noção de gestão, administração e liderança. Também deve ter força de vontade, estar sempre em busca de novas maneiras de melhorar a administração do local e deixar a vida dos moradores o mais agradável possível. Ele deve saber mediar conflitos e gerir relações entre pessoas, algo que nunca vai sair da pauta dos síndicos. É um grande desafio e também um dever de todo gestor. Também deve ter uma imparcialidade emocional e maior disponibilidade de tempo, mesmo que desempenhe alguma outra função.

     Além de tudo mencionado acima, para ser um síndico profissional, a pessoa deve:

  • Ter empatia e calma na hora de gerenciar crises e apaziguar conflitos;
  • Participar de eventos do segmento em busca de novidades e conhecimento;
  • Ser organizada e disciplinada para saber trabalhar de forma autônoma e independente;
  • Saber lidar com pessoas e manter um bom relacionamento com moradores e funcionários;
  • Possuir afinidade com áreas do conhecimento como administração, contabilidade, direito, recursos humanos e finanças.

     Há algumas pessoas que não podem assumir o papel de síndico, seja morador ou profissional: diretores de faculdades e colégios, magistrados, assim como grão mestres da Maçonaria não podem ser eleitos. 

     Muitos síndicos profissionais iniciam a carreira depois de atuarem como síndico dos condomínios em que moram. Acabam pegando o gosto pela atividade. 

     Não existe uma faculdade ou certificação básica para ser um síndico profissional, pois a profissão ainda não é regulamentada. No entanto, algumas instituições a exemplo da Escola Condominial do Brasil por meio do programa Multidisciplinar Capacitar Condominial que oferece cursos de capacitação (presenciais ou online) para quem tem interesse em atuar na área. 

Remuneração

     O Síndico Profissional não tem uma remuneração fixa. A profissão não tem uma tabela com piso salarial, pois a atividade não é regulamentada. O valor pago varia de estado e cidade de atuação. Além desse fator, leva-se em consideração o número de unidades do condomínio, o número de visitas que serão realizadas por semana, as horas gastas não apenas dentro do local, mas também resolvendo assuntos relativos ao empreendimento; o tamanho do condomínio, número de áreas comuns, tamanho da equipe de funcionários e valor da taxa condominial.

     O pagamento é feito através de Nota Fiscal, na maioria das vezes gerada a partir de MEI (CNPJ de um Microempreendedor Individual).

O que é e o que faz um Síndico Profissional?

     É alguém contratado para exercer a função do síndico morador, que por falta de tempo, correria e maiores dificuldades e responsabilidades, não estão mais querendo assumir esse posto. Ele é o responsável pelo funcionamento do condomínio, pelo cumprimento das regras e cuidados do local. Em outras palavras, ele cuida de toda a manutenção e trabalha para ter a certeza de que as leis e as regras estão sendo cumpridas. 

     Geralmente trabalha em vários condomínios ao mesmo tempo, sejam comerciais ou residenciais. 

     O que se busca com a contratação dessa mão de obra especializada é profissionalizar a representação e a gestão do condomínio, diminuindo gastos e otimizando as verbas arrecadadas. Ou seja, a terceirização representa economia e eficiência para a gestão, é uma solução eficiente para os condomínios.

     Vale lembrar que o síndico profissional não é funcionário da administradora de condomínios, ele trabalha com ela de forma independente, sem vínculos empregatícios. Ele é um prestador de serviços.

Como atua um Síndico Profissional?

     Atua visitando e fazendo o planejamento do condomínio. A visita acontece com a periodicidade acordada no contrato de prestação de serviços, elaborado de acordo com as necessidades do local. O planejamento, que será apresentado ao Conselho de Condôminos ou Moradores, é realizado em seu próprio escritório.

      Ficou interessado? Quer aprender mais? Acesse o link a seguir: https://youtu.be/T2kXIIyzVQg e fique por dentro do universo condominial.

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     A 4ª Vara Criminal de Maceió condenou um homem por ligações clandestinas de água, em decisão publicada nesta terça-feira (28), no Diário da Justiça Eletrônico. As ligações foram constatadas pela Companhia de Saneamento de Alagoas (Casal), quando o acusado atuava como síndico do bloco 84 do Conjunto José Tenório, no bairro Serraria, na Capital alagoana. O juiz Josemir Pereira de Souza determinou ao réu prestação de serviços à comunidade, substituindo a pena privativa de liberdade de um ano e quatro meses. Cada dia de condenação deverá ser convertido em uma hora de serviço.

     Os moradores do Conjunto afirmam que, em uma reunião, foram informados que o fornecimento de água havia sido suspenso em razão de inadimplência. Junto à Casal, constataram que existia contas em aberto, um corte de água efetuado pela companhia e multa no valor de R$ 45.000,00, pelas ligações clandestinas que duraram aproximadamente três anos.

     Em boletim de ocorrência registrado em dezembro de 2018, os moradores afirmaram que o acusado se apropriou de valores destinados ao pagamento da água, mas essa acusação não foi comprovada, de acordo com a sentença. O acusado alegou que a dívida junto à Casal se deu em razão de inadimplência dos condôminos.

     O réu disse não ter feito as ligações clandestinas, porém pediu para o funcionário da Casal não suspender o fornecimento de água. Segundo o réu, o pedido foi atendido na prática, no entanto foi documentado que o corte havia sido feito. O juiz Josemir Pereira de Souza afirmou na sentença que as ligações clandestinas “restaram amplamente comprovadas pelas testemunhas, as quais confirmaram que o síndico, em razão da suspensão do fornecimento de água devido às inadimplências, efetuou ligações clandestinas, as quais puderam ser constatadas junto à Casal”.

     Fonte: TNH1

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     Confira o que ficou definido conforme documento elaborado pelo síndico do edifício Atlanta, Antônio Galvão Pires, e Aceja (Associação dos Repr. Legais dos Edifícios e Empresas do Aquarius e Região)

     Em meio às dúvidas sobre Decretos Municipais e Plano São Paulo no que tangem à utilização do salão de festas e áreas comuns dos condomínios, ficaram esclarecidas as seguintes posturas e recomendações pela prefeitura de São José.

1 - A prefeitura não irá atuar ou fiscalizar áreas dentro dos condomínios.
2 - Denúncias para fiscalização de qualquer natureza, não necessariamente assuntos relacionados à Covid-19, somente se forem feitas pelo síndico.
3 - Responsabilidades de aberturas das áreas comuns como Salão de Festas e Churrasqueiras deverão seguir as recomendações do Sindico e/ou Conselho de acordo com o regulamento de cada condomínio; também devem ser seguidas as recomendações da prefeitura. Obs.: É recomendada a liberação de 80% da capacidade do ambiente, número de 4 pessoas por mesa e que o local tenha ventilação.
4 - Também devem ser seguidas as “recomendações” da secretaria Municipal de Saúde, publicadas no site da prefeitura em 19 de agosto de 2021, que estabelece:

     Buffet, área de churrasqueiras, salões ou espaço para eventos: 

     1 – Cadastro de convidados com nome, RG, data de nascimento e cidade, podendo ser em planilha ou em plataforma digital interna do condomínio;
     2 – No caso de eventos maiores, como exemplo, acima de 50 pessoas, enviar também solicitação com mínimo de 07 dias através do site da prefeitura.

     Obs.: Esta recomendação de cadastro é meramente para acompanhamento e melhor rastreabilidade de pessoas que por ventura possam ser contaminadas por Covid-19 no evento.

     Seguir as mesmas recomendações para bares, restaurantes, padarias, food trucks e similares, conforme abaixo:

     – Obrigatoriedade de álcool gel;
     – Obrigatoriedade de uso de máscaras;
     – Máximo de 11 pessoas por mesa;
     – Distanciamento mínimo de 1,5 m entre as mesas;
     – Higienização constante do local (mesas, lavatórios, etc.);
     – Usar lixeiras fechadas com acionamento via pedal;
     – Evitar aglomerações.

     Participaram da reunião o Diretor de Fiscalização da Prefeitura Fabio Pasquini, os síndicos Antônio Galvão Pires (Aceja), Luis Claudio de Moraes (Res. Serra do Jambeiro), Eduardo Lopes e Pedro Castor da Silva (ASSOPRO – Associação dos Síndicos e Profissionais do Vale do Paraíba e Litoral Norte).

     Fonte: Life Informe

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     A Polícia Civil indiciou o pedreiro Cleomar Junior de Oliveira, de 34 anos, por furtar todos os itens de um apartamento ao ser contratado para fazer uma reforma, no Setor Sul, em Goiânia. Móveis, eletrodomésticos, luminárias e até as cerâmicas do imóvel foram levadas. 

     O G1 não conseguiu localizar a defesa do pedreiro para que ele se posicionasse diante do caso.

     Conforme o delegado responsável pelo caso, Gustavo Ribeiro Costa Rigo, as investigações foram concluídas na segunda-feira (16) e o indiciado não chegou a ser preso, não apresentou defesa e teve um mandado de prisão indeferido pela Justiça.

     “Foi solicitada a prisão, porém foi indeferida. Ele está em local incerto e não sabido. Ele não compareceu na delegacia para ser ouvido”, explicou o delegado.

     Prejuízo de mais de R$ 100 mil

     A dona do imóvel, Rosângela Ribeiro, contou que contratou os serviços de Cleomar em janeiro deste ano, por um total de R$ 20 mil, mas quando retornou em julho, o local estava apenas com as tubulações. Ela relata que ficou fora do Brasil durante período da obra e teve um prejuízo de mais de R$ 100 mil.

     “Ele levou tudo. O piso, eletrodomésticos, móveis, até o vaso sanitário. Minha vizinha falou que tinha algo errado, mas como eu estava fora, não levei muito em consideração”, explicou.

     O vazio no apartamento foi constatado após uma representante de Rosângela ter ido verificar o local, e a portaria do prédio informar que o pedreiro teria dito que a retirada dos objetos estava autorizada em contrato. A proprietária ainda contou que já contratou outro profissional para reconstruir a residência, mas nada paga o prejuízo de ter confiado no homem.

    Ainda conforme o delegado, a mulher não é a única vítima e há outras ocorrências registradas contra ele. Conforme a Polícia Civil, a pena para o crime pode chegar a oito anos de prisão.

    “Nos últimos seis meses, há pelo menos três a quatro registros contra ele, seja por não entregar o serviço contratado ou por furtar objetos. Foi um furto qualificado pelo abuso de confiança”, pontuou.

    Fonte: G1/Goiás

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     A Lei Maria da Penha (11.340/06) completou 15 anos de sancionada no último dia 07 de agosto, data para relembrar os avanços e os caminhos a percorrer na proteção dos direitos das mulheres contra a violência doméstica. Representa um marco no enfrentamento à violência de gênero e é considerada pela Organização das Nações Unidas (ONU) como a terceira lei mais eficiente no mundo, mas os desafios ainda são diversos face às estatísticas alarmantes.

     A lei homenageia Maria da Penha, que sofreu uma tentativa de homicídio em 1983, e ficou paraplégica. O agressor, que era o próprio marido, ficou impune até o ano de 1998, e por isso o caso foi denunciado à Comissão Interamericana de Direitos Humanos da Organização dos Estados Americanos (OEA). A Lei Maria da Penha protege as mulheres contra todos os tipos de agressões, a exemplo da física, psicológica e patrimonial, e altera o Código Penal ao possibilitar que os agressores sejam presos. 

     Quantos às estatísticas globais, de acordo com a OMS, uma em cada três mulheres (35%) já sofreram violência. No Brasil, momento crítico da pandemia da Covid-19, segundo pesquisa do Datafolha, realizada pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública, uma em cada quatro mulheres acima de 16 anos afirmaram terem sofrido algum tipo de violência. O estudo publicado em junho de 2021 aponta que cerca de 17 milhões de mulheres (24,4%) sofreram agressões físicas, psicológicas, ou sexuais.

      É neste contexto que a Campanha Rompendo Silêncio vai promover um grande debate nesta quinta-feira, 12/08, às 20 horas, pelo Canal do Youtube Condominial News sobre prevenção, intervenção e canais de denúncia em casos de Violência Doméstica, praticados em condomínios. A Campanha Rompendo Silêncio é uma importante ferramenta de prevenção dentro dos condomínios, e visa orientar os síndicos e colaboradores como agirem diante destas situações.

      Acompanhe o debate e deixe o seu recado no espaço de comentários:  https://youtu.be/CApJjrKSzMA

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