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      Por considerar a conduta preconceituosa e discriminatória, a 2ª Câmara de Direito Privado do Tribunal de Justiça de São Paulo condenou a moradora de um condomínio a indenizar por danos morais a família do zelador. A reparação foi fixada em R$ 3 mil para cada um dos quatro integrantes da família.
      Segundo a relatora, desembargadora Marcia Dalla Déa Barone, “a prova oral produzida e as reclamações enviadas pela ré ao síndico revelam a forma preconceituosa e discriminatória pela qual a requerida se referia aos autores”.

      Para a magistrada, atos praticados pela moradora mostram o intuito de discriminar a família do zelador. “Violam os deveres de civilidade, respeito e urbanidade e revelam conduta lesiva ao patrimônio imaterial da parte autora, uma vez que a ré, em exercício abusivo de direito e de forma claramente preconceituosa, visou discriminar os autores frente aos demais moradores do condomínio, gerando-lhes prejuízo de ordem extrapatrimonial que prescinde de comprovação”, disse.

      Conforme os autos, a moradora teria tentado de diversas formas impedir que o zelador e sua família usassem as áreas comuns do condomínio.

      A moradora encaminhou reclamações ao síndico e expôs fotografias dos autores da ação nas áreas comuns durante assembleia geral extraordinária do condomínio, quando a proibição sugerida por ela foi afastada pelos demais moradores.

      “Ressalta-se, também que, embora a ré realmente possua o direito de questionar as decisões condominiais, referido direito não é absoluto e, portanto, não deve ser exercido de forma a atentar contra a integridade psíquica e moral dos envolvidos, sob pena de configurar abuso de direito e, consequentemente, ato ilícito, conforme ocorrera na hipótese”, concluiu a relatora. Com informações da assessoria de imprensa do TJ-SP.

      Fonte: ConJur

  • Para evitar esse tipo de conflito recomendamos os links abaixos:

      https://condominialnews.com.br/blog/situacoes-de-conflito-vivenciadas-no-ambito-condominial

      https://condominialnews.com.br/blog/relacionamento-interpessoal-nos-condominios-desafios-e-solucoes

Condominial News

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     Essa foi uma das perguntas feitas aos especialistas convidados para o Debate Condominial apresentado pelo Condominial News na edição 87, na quinta-feira 18/02. A resposta para esta pergunta e outros questionamentos foram dadas pelo especialista em Direito Condominial, presidente da Comissão de Direito Condominial da OAB/RJ, Dr. Alexandre Franco; o Assessor Jurídico do Secovi (GO), Dr. Leonardo Avelino e o economista e especialista em Gestão Condominial CEO da Vértice Administração de Condomínios, Aládio Teixeira.

     Há diversas situações que devem ser observadas com muita atenção pelos síndicos para evitarem transtornos ou até mesmo punições. As áreas comuns onde funcionam as piscinas, parquinhos ou outro ambiente que há presença de crianças, na garagem e nas obras, todos estes locais estão sujeitos a acidentes, conforme explicou Dr. Alexandre Franco. O mesmo ressaltou que os brinquedos instalados nos parquinhos devem ser revistos pelo Inmetro e estar dentro do que estabelece a Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), para trazerem segurança as crianças. Também explica que, se ocorrer algum acidente grave a criança, óbito ou lesão corporal, o síndico será responsabilizado.

     O Economista Aládio Teixeira explica que, segundo a legislação, o crime pode ser configurado em três sentidos: negligência, imprudência e perícia, dentro deste escopo é preciso observar qual foi o grau de envolvimento do síndico, se não fez as manutenções devidas, a responsabilidade será atribuída ao gestor, em caso de acidentes. “O síndico no Código Civil é considerado o garantidor do condomínio, já que é responsável por zelar por ele”.

     Aládio cita um trágico acidente em Caldas Novas, em que uma criança que mergulhou e teve o cabelo preso no ralo da piscina; acabou morrendo afogado. “Nesse caso o síndico respondeu por homicídio culposo, quando você não tem a intenção de matar, mas por omissão ou negligência o acidente aconteceu”.

     Dr. Leonardo Avelino cita que já houve inúmeros exemplos de problemas decorrentes da responsabilidade, seja cível ou criminal do síndico, registrados no Brasil, citando a existência de outros crimes, como a injúria, calúnia e difamação. Outro crime comum é o de apropriação indébita não só com relação aos recursos do condomínio, mas também em relação às verbas previdenciárias. Para evitar incorrer nestes erros e evitar falhas técnicas ou acidentes é importante que o síndico esteja cercado de bons profissionais na área contábil, jurídica, na parte da engenharia, é importante para que não seja responsabilizado. “São inúmeras as responsabilidades e obrigações dos síndicos, inclusive na área ambiental, tributária. Com isso as chances deles não serem responsabilizados por tais acontecimentos, por isso precisam estar cercados de pessoas que entendam do assunto, que busquem as informações para administrarem bem o condomínio”, compreende. 

     Além destes pontos, os convidados responderam perguntas dos internautas sobre situações corriqueiras que acontecem dentro de condomínios, como o caso do síndico usar o aparelho celular, adquirido pelo condomínio, para fins particulares, podendo ser penalizado mediante à respectiva atitude ou ter de reparar o prejuízo causado.

     Explicaram ainda que o síndico pode ser preso, e em caso de crimes simples receber uma pena de até dois anos e ainda responder pelos crimes mais graves, de maior potencial ofensivo ou ação penal privada. “Se essa pessoa quiser, entra com uma queixa no Juizado Especial e vai responder por isso, com uma sentença criminal que vai atrapalhar muito na vida profissional, num Concurso Público ou até mesmo para receber uma sindicatura em outro condomínio. Agora, há os crimes que, se houver um óbito dentro da piscina, o síndico responderá no Artigo 18, Inciso I do Código Penal por um crime culposo”, reforça o Dr. Alexandre Franco.

     Falaram também sobre o procedimento para receber um empreendimento novo, sendo necessária e primordial a vistoria de entrega ou contratação de uma empresa de engenharia na parte elétrica, civil, hidráulica ou de um profissional técnico que tenha condições de analisar todas as situações. Outro ponto é a manutenção preventiva que diminuirá riscos.  

     Assista ao programa na íntegra e todo debate no link: https://www.youtube.com/watch?v=nV-SRJf8uQk

Condominial News

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      Moradores de um condomínio no bairro Vila Velha, em Fortaleza, alegam estar sendo cobrados por empresas financeiras após ações da administração do imóvel. De acordo com residentes do local, o síndico fez empréstimos usando o nome dos condôminos sem autorização. Os valores chegam a somar R$ 1 milhão.

A auxiliar administrativa Gerlane Araújo relatou que o caso foi descoberto no fim do mês de janeiro. Segundo ela, moradora do condomínio Parque Farol da Costa desde agosto de 2016, os condôminos descobriram o ocorrido após a chegada de uma notificação de dívida. "Já tinham vindo várias notificações sobre essa dívida para o condomínio, mas o síndico dava fim das cartas", alega, acrescentando que ninguém era notificado — situação mudada a partir de um contato feito via aplicativo de mensagens.

      A manicure Kátia Barros pontua que o marido recebeu notificação de cobrança por meio do WhatsApp. O caso, então, foi repassado a uma comissão do condomínio e a um morador que trabalha como advogado, que teria constatado a veracidade das informações após verificar o número do processo.

      A partir daí, alguns moradores buscaram mais informações sobre as cobranças antes de uma assembleia extraordinária ser convocada. Na ocasião, o síndico, identificado como Rubens Saraiva Barbosa, teria confessado o empréstimo e admitido o uso de uma ata com assinaturas de vários moradores — designadas para outra situação — para realizar o negócio.

      Gerlane destaca que uma das empresas forneceu documentos e atas com as assinaturas dos residentes do condomínio. "Essa empresa, lá de São Paulo, a financiadora, resolveu que, no contrato, caso o condomínio não conseguisse pagar, os condôminos pagariam", afirmou. O condomínio tem 270 unidades.

      A advogada Fernanda Noronha, representante dos moradores do condomínio, indicou que duas atas anexas ao processo não teriam relação com os empréstimos. "A primeira ata versa sobre uma assembleia que de fato ocorreu. Mas sobre reforma das garagens que seria custeada com recursos próprios. Não fala nada sobre empréstimo", disse. A outra, frisa, "nunca aconteceu". "Quem assina como morador e presidente de mesa é o irmão do então síndico".

      A moradora Kátia acredita que as assinaturas usadas são de assembleia para obra de inclusão de cobertas no prédio. "Houve apresentação de um projeto para expansão da área de lazer, mas isso nunca mais tinha sido conversado", relembra, incluindo que o síndico conhecia todos os moradores. "O choque foi maior por causa disso", relata.
     
     Divergência entre empréstimos
 

      Ao todo, teriam sido feitos três empréstimos, dois deles em uma mesma instituição. Até 10 de agosto de 2020, a dívida das duas primeiras Cédulas de Crédito Bancário (CCBs) somava R$ 549.838,31, valor que motivou uma ação de execução da dívida. No entanto, no último dia 11 de fevereiro, uma segunda empresa apontou empréstimo de R$ 500 mil, totalizando dívida de pelo menos R$ 1.049.838,31 em nome do condomínio, conforme nota expedida pelos advogados defensores dos condôminos.

      "Recebemos a informação de que surgiu uma segunda, que, aparentemente, não tem nenhuma relação com a primeira empresa que emprestou a quantia, mas, até o presente momento, não intentou nenhuma medida judicial ainda", pontuou o advogado Marcelo Medeiros, outro advogado contratado pelos moradores.

      De acordo com ele, a segunda financeira ainda pode entrar com uma ação judicial, tal como a primeira.

    Defesa do síndico

      O advogado Ronny Oliveira, representante do síndico, destaca que foram feitos apenas dois empréstimos. O primeiro seria referente à cobertura das garagens, e o segundo, a obras de melhorias na parte de lazer, as quais não teriam ocorrido. "Infelizmente não houve nenhuma obra nesse sentido porque, em virtude da inadimplência dos condôminos, a despesa corrente do condomínio aumentou", argumenta.

      Ronny sinaliza ainda que o contrato de empréstimo não prevê que os moradores sejam cobrados diretamente pelo banco. Ele alega que o escritório contratado pela instituição financeira usou uma decisão judicial do estado de São Paulo para encaminhar a dívida aos residentes do imóvel — o que ele entende como "uma forma ilegal de cobrança".

      O advogado dos moradores, Marcelo Medeiros, afirma que as medidas cabíveis para anular o contrato do empréstimo serão tomadas. "A gente entende que a empresa que forneceu o dinheiro não adotou os mecanismos formais e legais de segurança", situa, acrescendo que o regimento do condomínio prevê quórum para contratação de empréstimos — o qual não teria sido atendido pela ata usada na transação.

     O que o síndico disse

      Em Termo de Qualificação e Interrogatório datado de 26 de janeiro, o síndico Rubens Saraiva Barbosa revelou que "não tinha autorização dos condôminos para contrair os empréstimos", e que estes não eram de fato conhecidos pelos residentes do imóvel. Ele afirmou que vinha pagando as parcelas com os próprios recursos, mas deixou de efetuar os pagamentos no ano passado.

      Com a inadimplência, o síndico teria contratado um advogado para "tentar resolver aquela pendência", fato também não levado aos moradores. O profissional, no entanto, não teria conseguido renegociar a dívida em razão de ter contraído Covid-19.

      Após as cobranças virem à tona, o síndico foi procurado pelos condôminos e revelou que "havia simulado uma ata e falsificado as assinaturas". Ele, então convocou uma assembleia às 18h30 do dia 22 de janeiro para explicar os fatos. Segundo Gerlane, o evento foi bastante tumultuado. "A Polícia foi lá achando que era briga", disse. Na ocasião, ele teria revelado, ainda de acordo com a moradora, que "o empréstimo seria para várias coisas, como um bar molhado, reforma da piscina, cascatas".

      Rubens, então foi conduzido ao 7º Distrito Policial (DP), no bairro Pirambu, e prestou declarações sobre o ocorrido. Ele acrescentou, no depoimento, que o presidente de mesa e a secretária assinaram a ata "a seu pedido e sem conhecimento do conteúdo".

      De acordo com Ronny, a dívida é de, aproximadamente, R$ 650 mil, tendo sido causada por "má gestão". Em razão disso, Rubens deve dispor, conforme o advogado, "do patrimônio dele, de um bem imóvel que ele vai destinar, dentro do processo judicial, para arcar com esse valor".

      Em nota, a Polícia Civil do Ceará (PCCE) informa que um inquérito policial foi instaurado para apurar o caso de estelionato. De acordo com Jaime de Paula Pessoa, titular da Delegacia de Defraudações e Falsificações (DDF) da Polícia Civil, o síndico foi indiciado, mas o inquérito em relação ao caso deve demorar a ser concluído. "Vai demandar um certo tempo em razão de termos de ouvir mais de 300 pessoas e também de fazer o exame grafotécnico de todas elas", explica.

      Ele salienta que problemas em torno da administração de condomínios são "comuns". "Isso é uma coisa que, infelizmente, tem alguns registros não só aqui na DDF, mas em outras delegacias onde temos denúncias de má utilização de valores".

      Fonte: Diário do Nordeste

Condominial News

 

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      A Entidade de Classe representativa como o proprio nome diz só tem razão de existir para defender os interesses das pessoas que integram uma determinada categoria de trabalho ou grupos diversos, uma vez que se proíbe o estabelecimento de mais de um sindicato ou até mesmo associação representativa de uma categoria na mesma base territorial.

      Para alguns esses são considerados bons e para outros ruins. Ainda assim convivemos com as duas linhas de pensamento há décadas, infelizmente presenciamos diversos abusos que transcendem os interesses dos representados, e fazendo com que muitos sindicatos somente fossem abertos por interesses econômicos próprios.

      Tal fato culminou na péssima imagem do sindicalismo no Brasil recentemente, levando ao fim do imposto sindical obrigatório.

      Entretanto, optando, ou não em se associar voluntariamente e passar a contribuir, a entidade representativa de sua base territorial detém a representação dos seus interesses e isso em nada mudou.

      O que isso significa na prática?

      Significa que a entidade sindical irá representar seus interesses e dos mais variados, já que isso inclui, desde as negociações salariais e todas as cláusulas possíveis que podem ser objeto de uma convenção coletiva do trabalho, até discussões em projetos de lei que atinjam o setor em que uma categoria atua, além de pesquisas e grupos de trabalho em prol do segmento junto à órgãos governamentais, etc.

      Ou seja, implica em questões que afetam o dia a dia da categoria, e são elas de cunho econômico (negociação do índice de reajuste salarial, benefícios, taxas, impostos, restrições e etc...)

      Assim, sua decisão de estar totalmente fora da sua entidade de classe não nos parece uma decisão muito sábia, uma vez que, você perde a oportunidade de ser ouvido, de compartilhar ideias, experiências, angústias e problemas que podem estar afetando sua atividade de maneira peculiar, mas que sem a força e a representatividade de uma entidade, você não consegue resolver a contento junto aos órgãos competentes.

      A Entidade representativa se presta justamente para isso, para defender o interesse da categoria, perante todos os órgãos púbicos ou privados. É a entidade que participa ativamente junto ao governo municipal e/ou estadual para tratar de todas as mudanças e projetos de lei que tramitam a respeito do segmento que a mesma representa. Um trabalho árduo, contínuo, que exige muita paciência e resiliência. É a sua entidade de classe que garante que mais problemas não cheguem ou afetem sua  categoria, pois muitos deles são resolvidos quando ainda são projetos de lei, sendo este um papel fundamental.

      Associação e Sindicato – Semelhanças

      Ambos são entidade representativa que estão defendendo interesses de uma determinada classe. Além disso, tanto as associações quanto os sindicatos podem promover treinamentos cursos atividades esportivas, culturais e assistenciais, estabelecendo convênios para isso.
      Sindicatos e Associações dão voz a um grupo de pessoas e buscam algum tipo de melhoria para ele. A diferença básica é que as ações sindicais acabam tendo um viés político muito mais evidente.
Mas, independente de ser um sindicato ou uma associação, ambos precisam ser encarados como se fossem empresas em alguns aspectos, para que possam se manter em funcionamento.

      Portanto, devido a tamanha importância de suas finalidades, é preciso ter o engajamento da categoria, por meio da participação ativa na entidade de classe. Digo ativa, porque não basta a participação pura e simplesmente econômica com o pagamento das contribuições associativas. Não é isso que a entidade deve buscar. Isso é pouco, podem acreditar. Toda entidade séria, com propósitos claros e com gestão transparente, quer a presença do associado no dia a dia, nas reuniões, nos eventos, nas Diretorias de Especialidades (separadas por segmentos de atuação) e nas mais diversas oportunidades que se criam para atrair a participação das pessoas, com intuito de trazer subsídios de trabalho, dando força, coragem e corpo na luta dessas bandeiras.

      E quando falo em engajamento nos referimos também a disponibilização de dados, tão importantes para que a entidade consiga fazer propostas e participar de discussões contendo subsídios que sustentem suas alegações. Dados estes que, somente se conseguem por meio do envio de pesquisas, porém que muitas vezes não são respondidas pelas pessoas.

      E aqui vai uma dica, justamente neste sentido, da importância em colaborar e compartilhar informações, os quais muito ajudam perante as demandas junto ao órgão. Sua participação neste sentido é valiosíssima!

      Cada pessoa é única, tem suas peculiaridades, seus problemas, suas soluções e seu jeito de resolvê-los. Entretanto, quando você começa a participar ativamente da entidade de classe que o representa, seja de Síndicos, Zeladores, Porteiros ou dos Auxiliares de Serviços Gerais ou até mesmo em outra categoria; um mundo de possibilidades se abre e dentro dela você poderá compartilhar conhecimento e experiências, fazer melhor o seu trabalho, aprender, ouvir e ser ouvido, tirar dúvidas e praticar o que há de mais valioso para o mundo profissional: o associativismo profissional, ou seja, a organização da categoria representada, com o objetivo de satisfazer suas necessidades e alcançar objetivos comuns, via cooperação.

      Por isso, que digo que a opção de estar de fora não é sábia, porque te impede de ser ouvido, te impossibilita de ter outras visões, te dificulta em ser ajudado e de ajudar, enfim, te atrapalha em exercer uma das mais nobres virtudes humanas: a empatia.

      Para concluir, insisto em dizer que é preciso perseguir uma visão de associativismo profissional moderno, na busca de melhores resultados a nível profissional, econômico e financeiro, para beneficiar o crescimento em escala, ajudar a reduzir os riscos inerentes à atividade, adquirir mecanismos de cooperação e proporcionar novas visões de trabalho. Ou seja, formar um ambiente colaborativo onde todos ganham, através da força e representatividade da entidade.

Por Edilson Cardoso

Condominial News

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      Acidentes nas áreas comuns dos condomínios não são raros e, quando acontecem, sempre surge a dúvida sobre quem seria o responsável. Não há uma única resposta para todos os casos, mas, em regra, o síndico pode arcar com os prejuízos se for negligente com a manutenção do local ou não tiver como comprovar que se antecipou a problemas claramente evitáveis.

      "Se o acidente ocorreu por falta de manutenção de alguma área, por exemplo, um piso quebrado que culminou na queda de uma pessoa, o condomínio, que é representado pelo síndico, responde", afirma o advogado Marcus Crespi, sócio da Karpat Sociedade de Advogados e especialista em questões condominiais.

      Mas nem todos os problemas do prédio "caem no colo" do síndico. "Geralmente, as normas internas preveem isenção de responsabilidade do condomínio nos casos de danos, acidentes, roubo e furto, então esta questão deve ser verificada", explica Crespi.

      Assessora jurídica do Secovi-SP (Sindicato da Habitação de São Paulo), a advogada Ingrid Gomes explica que tanto o síndico quanto o morador devem juntar provas sobre o acidente para chegar à responsabilização. "O condomínio deve provar que realizou as manutenções necessárias. Ou seja, que conservou as áreas comuns, agiu diligentemente para promover a segurança e a salubridade dos condôminos", diz Ingrid.

      O morador também deve se precaver e colher provas, caso ocorra algum problema, antes de acionar o condomínio judicialmente.

      "Já o condômino deve comprovar a existência de nexo causal [provar que o fato ocorreu dentro do condomínio], a inexistência de causa excludente de responsabilidade [ocorrência de caso fortuito e força maior] ou de possível culpa exclusiva da vítima [desatenção]", explica Ingrid.

      Acordo, nem tudo porém precisa terminar nas mãos do juiz, em processos que podem onerar tanto o condomínio quanto o morador.

      Uma boa forma para se chegar ao acordo é buscar a mediação de terceiros. O Secovi-SP, por exemplo, mantém desde 2006 a Câmara de Mediação para assuntos relacionados ao mercado imobiliário. Outra opção é buscar o conselho consultivo e fiscal e assessoria jurídica.

William Cardoso

Folhapress - São Paulo

Condominial News

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O Que é o Projeto Rompendo Silêncio?

      Rompendo Silêncio é uma campanha Multidisciplinar promovida anualmente pelo Condominial News com o objetivo de conscientizar e capacitar síndicos e suas equipes a fazer uso da metodologia preventiva no combate ao abuso e a qualquer tipo de violência praticado em condomínio.

      Idealizado por mim "Edilson Cardoso" a campanha nacional "Rompendo Silêncio" nasceu em 2019 e o seu lançamento foi no 1° Evento Amigos do Condomínio no mesmo ano realizado em Goiânia - Go aqui na região Centro-Oeste Brasileira.

      Entendo que a importância de qualquer campanha aumenta quando passa a trazer representatividade à vida, além de contribuir com a saúde, sossego, segurança e o desenvolvimento de todos.

      Essa é a pegada da campanha Rompendo Silêncio, que se sustenta sob três pilares: conscientizar, capacitar e prevenir, abordamos temas desde o abuso e a violência em condomínio bem como o preconceito, o silencio da depressão, o desenvolvimento ambiental e sustentável consciente.

      As formas pelas quais Rompemos Silêncio são através da conscientização e capacitação dos gestores, funcionários e moradores de condomínio promovendo campanhas educativas de prevenção para que diante de ocorrências de violência no condomínio saibam praticar a denúncia segura usando os canais corretos de denúncia.

      Quando denunciamos alguém dentro do condomínio, estamos invocando o cumprimento da lei, estamos protegendo a vítima que já teve seus direitos violados e estamos agindo para que outras pessoas não se tornem vítimas também.

      Seja Voluntário!

      Venha você síndico e traga toda a sua equipe pois juntos com o Rompendo Silêncio realizamos um trabalho voluntário que irá trazer para a sua gestão e principalmente para a sua vida a responsabilidade e o prazer de agir por um bem maior. Doar tempo e disposição em prol das pessoas que mais precisam preenche lacunas interiores que muitas vezes carecem desse exercício do amor ao próximo.

      Venha Somar Conosco!

      Amo o que faço!

      "Tenho quase 16 anos de trabalho dedicado a criação e desenvolvimento de projetos e soluções condominiais, desde que comecei nesse trabalho, encontrei uma razão a mais para acordar todos os dias. Descobri minha vocação para o trabalho na área condominial onde tive o prazer de idealizar entre outros projetos o programa Multidisciplinar de aperfeiçoamento e especialização profissional para síndicos e equipes de condomínios, o ‘Capacitar Condominial’, tenho certeza que é o caminho para um mundo melhor. Estar ajudando síndicos, gestores e suas equipes e acompanhar o desenvolvimento deles é uma grande alegria e inspiração. Isso torna minha vida com muito mais propósito".

      Att.

      Edilson Cardoso

      Idealizador da campanha Rompendo Silêncio - CEO do Condominial News

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      O braço direito do síndico, parceiro indispensável para realizar uma boa gestão. Essa figura é o zelador, responsável por muitas tarefas dentro dos condomínios, nem sempre é reconhecido pelos condôminos pelo seu brilhante papel.

       Hoje, 11 de fevereiro, é o momento ideal para demonstrar a merecida valorização a esse profissional.

       Funções do Zelador de Condomínios:

       Zelar pelo condomínio, isto é cuidar, tomar conta. Na prática, ele é o responsável pela conservação e manutenção dos prédios e para isso, pode liderar outros funcionários. 

       O Zelador de Condomínios Deve:

  • Manter um roteiro ou check list de inspeção, listando tudo que ele precisa controlar, o que inclui limpeza, instalações elétricas e hidráulicas, iluminação, condições da piscina, entre outros itens;
  • Fiscalizar regularmente as condições das áreas comuns, utilizando o check list como ferramenta para sua organização;
  • Direcionar o trabalho dos funcionários para realizar reparos ou medidas preventivas;
  • Supervisionar as atividades desses funcionários;
  • Manter a comunicação com síndico e administradora de condomínios, para relatar os problemas observados e discutir possíveis soluções.

      É importante notar que o zelador tem funções específicas previstas pelo sindicato de sua região. Essas funções são estabelecidas por meio de convenção de trabalho e devem ser cumpridas, independentemente das atividades gerais que vimos acima.

       O Que Não é Atribuição do Zelador de Condomínios?

       Apesar do profissional cumprir muitas atividades e ser essencial para o bom funcionamento do condomínio, nem tudo é sua responsabilidade.

       Existem funções determinadas para esta profissão, como em todas as demais, é bom estarmos atentos:

  • O zelador deve ter uma noção de como funcionam todas as instalações do condomínio, mas não deve substituir a mão de obra especializada.
  • Realizar serviços particulares para os condôminos não é uma das atribuições do zelador. Caso ele seja solicitado a realizar tais serviços, será por sua decisão, e apenas fora do horário de trabalho. Dessa forma, o zelador tem liberdade para escolher se vai “quebrar o galho” ou não.
  • O zelador não é um substituto do síndico. Em outras palavras, ele não pode responder nem tomar decisões pelo síndico do condomínio.

      Se os condôminos tiverem qualquer dúvida ou reclamação que não diz respeito especificamente à manutenção das áreas comuns do prédio, devem evitar direcioná-la ao zelador. O contato deve ser efetuado junto ao síndico e nos canais que ele disponibiliza para tal.

       Características de Um Bom Zelador

       Considerando a importância desse profissional dentro dos condomínios, o síndico precisa ser rigoroso para contratar um bom zelador. Entre as características que devem ser observadas, estão:

  • Proatividade: um profissional proativo identifica os pontos que precisam de atenção antes que eles se tornem um problema, agindo de forma preventiva;
  • Organização: um zelador organizado não se perde, mesmo diante dos muitos aspectos do funcionamento do condomínio que estão sob sua responsabilidade;
  • Cordialidade: um zelador cordial mantém uma relação saudável com os condôminos e com o próprio síndico, o que é essencial para uma convivência positiva no condomínio.

      Além disso, também é desejável que ele tenha conhecimento para o exercício da função, tenha noções de segurança, já que ele pode se deparar com situações de risco (por exemplo, risco de incêndio ou doenças como a dengue); e, ainda, conhecimentos sobre gestão de pessoas, já que ele vai liderar uma equipe de outros profissionais.

      O zelador deve ser respeitado e valorizado pelo papel que desempenha; ele merece ser reconhecido como uma profissional indispensável para que todos os condôminos possam viver em um espaço bem conservado, seguro, confortável.

      E mais contar com o apoio desse profissional é indispensável para que o síndico possa se concentrar em outras questões que exigem a sua atenção!

      O Síndico precisa conhecer todas as suas atribuições e responsabilidades e capacitar toda a sua equipe para obter sucesso na gestão do seu condomínio. Saiba mais sobre o que o seu zelador deve ou não deve fazer para que você como responsável legal pelo condomínio não seja responsabilizado por desvio de função.

      Acompanhe os links abaixo e saiba mais:

      Atribuições: https://youtu.be/vI4IpF4asNs

      Debate: https://youtu.be/zgei37XCqX0

      Blog: https://condominialnews.com.br/blog/atencao-sindico-leve-sua-carreira-profissional-e-de-toda-a-sua-eq

Condominial News

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      O último tema do Condominial News foi Capacitação e Motivação de Funcionários de Condomínios; com apresentação do Jornalista Lucas Veloso e Direção do CEO Edilson Cardoso. A Especialista Comportamental em Condomínios, Drª Karlla Sabbag; o Zelador Administrativo Célio Alves Maranduba e o Economista Especialista em Gestão Condominial e CEO da Vértice Administração de Condomínios (GO), Alládio Teixeira, estiveram no debate. 

      Este é um ponto chave para aumentar o nível de satisfação dos funcionários e colaboradores, o que vai ocasionar na entrega de resultados de qualidade e produtividade para a gestão e às pessoas, tornando o relacionamento mais harmonioso, o que culmina na diminuição de conflitos internos.

      Para Drª Karlla Sabbag, os funcionários bem treinados podem elevar o nível de gestão, mas primeiramente é necessário compreender o conceito de capacitar, que significa tornar-se apto, pronto para exercer com excelência as funções que necessita exercer, gerando assim resultados acima do esperado e da média. “Quando investimos em pessoas, elevamos a produtividade e esse é um diferencial para a gestão em condomínios, especialmente, condomínios que são feitos por pessoas e para as pessoas”, diz.

      Segundo Alládio Teixeira, o condomínio é como qualquer outro ambiente de trabalho, onde se têm os colaboradores numa função específica e como qualquer outra atividade, o funcionário capacitado está apto a desempenhar suas funções com excelência. “É isso que as pessoas querem hoje em dia, melhoria e qualidade dos serviços. Pagamos por eles queremos que sejam bem feitos e faz parte deste processo de treinar e capacitar”, ressalta.

      Para Teixeira, até a postura corporal do funcionário transmite informações e que, a partir do momento que o colaborador é treinado, tem motivação para realizar um serviço bem feito e assim ser reconhecido.

       Drª Karlla Sabbag acrescenta que, após o profissional ser treinado, ele precisa receber um acompanhamento. “É muito importante os líderes estarem checando e acompanhando as funções, as quais foram designados. Outro ponto é que gostamos de ser elogiados, por isso recomendo que façam isso perto de outras pessoas para que a pessoa se sinta mais valorizada”, enfatiza.

      Célio Alves, na sua missão diária como zelador administrativo, compreende que o papel do zelador, hoje em dia, vai muito além, compreendendo o papel de administrar e gerenciar pessoas face à evolução da profissional. No condomínio onde trabalha, coleciona várias experiências que trazem motivação e desenvolvimento pessoal aos colaboradores. Atitudes simples, mas que fazem diferença e trazem resultados satisfatórios, como exemplo, servir lanche todos os dias, comemoração de aniversários e um caixa que funciona de quinzena em quinzena, para apoio interno, formado com a venda de papelão e outros produtos, então isto incentiva o profissional que vem trabalhar e participa de vários eventos. Os bons exemplos não param por aí, o Conselho é convidado para reuniões que culminam na tomada decisões e há um diálogo permanente com o pessoal da limpeza e da portaria. “Sentamos para discutir e esclarecer tudo que tem de errado, o que pode ser feito no cronograma”, complementa, ressaltando que o zelador é como se fosse o psicólogo do pessoal da limpeza, da portaria, tem que ser compreensivo e ter paciência para ouvir todos.

      Assista na integra o nosso programa no link abaixo:

      https://youtu.be/DNpBFVMaqkE

      Para saber mais sobre o universo condominial se inscreva no nosso canal: 

      https://www.youtube.com/channel/UCBETYAIrFfzNjmzb5pUdU6g

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      No Programa Multidisciplinar de Aperfeiçoamento e Especialização Profissional para Síndicos e Equipes de Condomínio Capacitar Condominial ajudamos síndicos, líderes e equipes de condomínios a aplicarem as melhores práticas e ferramentas para alavancar os resultados no trabalho e ampliar o desenvolvimento na carreira profissional.

 Imersão e Mentoria Para Líderes e Suas Equipes

      As Imersões e Mentorias do Capacitar Condominial são programas multidisciplinares de desenvolvimento para alcançar alta performance profissional, nos quais são abordados, técnicas e ferramentas utilizados pelos mais renomados especialistas do universo condominial que vivem na prática o que ensinam. 

      A Imersão foi desenvolvida para que em poucos meses, síndicos líderes e equipes de condomínio em posições estratégicas se atualizem nessas técnicas e consigam promover mudanças significativas em seus condomínios e na carreira profissional continuamente.

      Nossos Programas:

  • Gestão
  • Gerência
  • Zeladoria
  • Portaria

      Destinada a líderes e suas equipes com a competência de avançarem em posição estratégica, essa Imersão e Mentoria aborda os conceitos mais inovadores de cada área de atuação.

      Nosso objetivo é transformar a capacidade profissional ajudando os alunos a serem cada vez melhores profissionais não só no trabalho mais que cuidem continuadamente da sua carreira profissional.

      No Capacitar Condominial nossa missão é ajudar gestores e equipes de condomínio a inovarem e gerarem mais resultados.

      Se você é síndico quer aprender, se especializar e treinar a sua equipe com os melhores especialistas do país, entre em contato e conheça o conteúdo programático Multidisciplinar do Capacitar Condominial garanta a sua vaga e a de sua equipe agora mesmo.

Condominial News

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      Devido aos impactos dessa mudança no perfil do condomínio e na percepção do gestor em relação ao seu conhecimento e a capacitação de sua equipe, é fundamental que os síndicos e seus colaboradores estejam se preparando para essas novas demandas que exigirão competências diferenciadas.

      Com o time Multidisciplinar de Instrutores Especialistas do Capacitar Condominial, você entenderá os conceitos e suas aplicações no mercado condominial e como se inserir nesse contexto.

      Você verá que as competências exigidas do profissional de condomínio estão relacionadas a um bom relacionamento interpessoal, dentre outras habilidades.

      Aprenderá também, como a tecnologia e sua devida aplicação impactarão na segurança, saúde e sossego das pessoas que vivem ou trabalham em condomínios.

Condominial News

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      O segundo programa Condominial News, apresentado no ano de 2021, abordou o seguinte tema: “Conflitos entre Síndicos, Condôminos e Colaboradores dos Condomínios”. Tendo como mediador o jornalista Lucas Veloso; o debate recebeu muitos convidados e especialistas da área, sendo eles: a Drª. Roberta Lucena Especialista em Comunicação Não Violenta do Programa Multidisciplinar de Aperfeiçoamento e Especialização Profissional de Síndicos e Equipes de Condomínio "Capacitar Condominial"; Rusci Furtado Especialista em Gestão de Carreira Profissional do Capacitar Condominial; Drº. Caio César Especialista em Direito Condominial e o Professor e especialista em Psicologia Clínica, André Freitas.

      A princípio os convidados esclareceram a natureza dos conflitos, pontuado situações corriqueiras do dia a dia dos condomínios, como o barulho provocado pelo vizinho, infiltrações e a criação de animais de estimação. Para Drª Roberta Lucena, o nascedouro de um conflito está por trás de uma necessidade do síndico, do próprio funcionário ou do morador, a qual não está sendo atendida. “Quando estou diante de um conflito, preciso falar sobre ele, demostrar que minha necessidade seja atendida”, explica.

      O professor André Freitas esclarece que no condomínio, as relações e ações humanas ficam bem mais próximas, e as vontades e ideias são muito distintas, além das diferenças. “Na física, os opostos se atraem, mas nas relações humanas, os opostos se atracam. Os conflitos são inevitáveis por diferença de pensamentos, culturais e de história de vida”, disse.

      Durante o programa foram expostas por internautas situações que afetam o cotidiano delas, quando se trata de uma boa convivência devido a conflitos que podem ser solucionados desde que se demonstrem empenhados em resolverem. Sobre esta questão Rusci Furtado frisou a importância de desenvolver a empatia, com um sentimento de dentro para fora, influenciando assim a maneira de agir do outro. É preciso também o feedback do síndico e uma boa conversa entre todos os envolvidos para solução dos problemas. “Se a alegria e o bem estar incomoda, a pessoa mal humorada não vai ficar feliz quando vê a alegria do próximo”, reforça.

      Dr. Caio César fez um alerta sobre como são feitas as tratativas entre condôminos e prestadores de serviços da limpeza, portaria, ou qualquer outro setor. O advogado explica que tratamento descortês tem sido admitido como assédio moral e que é passível de indenização. “Se o morador cometer excessos contra os prestadores, a administração condominial poderá entrar com uma ação reivindicando ressarcimento dos possíveis prejuízos sofridos”.

      Os participantes também expuseram como evitar conflitos, tendo como uma das alternativas a capacitação e à gestão condominial, além da busca de conhecimento e atualização, recomendação válida para os síndicos, gestores, todos os profissionais dos condomínios e moradores.

      Nesse contexto, o Condominial Capacitar oferece uma gama de cursos para síndicos, gestores, porteiros e zeladores, com uma equipe altamente qualificada e conhecedora do mercado condominial. Confira todo o programa no link: https://youtu.be/HO0OouPv1Lg.

Por Edilson Cardoso

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      Síndico teve lesões no corpo. Agressora teria misturado medicamentos e bebida alcoólica

      A confusão aconteceu por volta das 20 horas dia (30), na entrada de um condomínio na Avenida Alfredo Antônio de Oliveira, em São José do Rio Preto.

      Segundo consta no boletim de ocorrência, o síndico do local procurou a Central de Flagrantes para registrar um caso de lesão corporal. De acordo com o que ele disse aos policiais, o porteiro solicitou a presença dele na portaria, pois uma visitante estaria tumultuando o local. Imediatamente ele compareceu e encontrou uma mulher, de 39 anos, que tem um filho que mora no condomínio. Ele tentou conversar com ela, mas ela estaria bastante alterada e chegou a arremessar pedras contra ele e contra a portaria.

      Após jogar as pedras, a mulher teria ido em direção ao síndico e o agrediu com socos na região do peito. Ela também teria rasgado a camisa dele. Foi preciso que outras duas pessoas interferissem para que ela parasse de agredi-lo. O síndico ficou com lesões no rosto, no peito, na mão e joelho direitos, além de vermelhidão nas costas.

      O filho teria dito ao síndico que a mãe faz uso de remédios controlados e que no dia de ontem teria misturado os medicamentos com bebida alcoólica, o que fez com que ela ficasse bastante alterada.

      O síndico procurou a delegacia e após registrar o caso, se comprometeu a entregar imagens do circuito de segurança no 4º Distrito Policial, que é para onde o caso foi encaminhado para ser melhor investigado. Ninguém foi preso.

      Fonte: Gazeta de Rio Preto

      Para evitar esse tipo de conflito recomendamos o link abaixo:

https://condominialnews.com.br/blog/situacoes-de-conflito-vivenciadas-no-ambito-condominial

      Se você é um gestor condominial e deseja se desenvolver e treinar sua equipe com essa técnica transformadora, o primeiro passo é registrar-se na Comunidade Condominial News criar o seu perfil e solicitar admissão ao perfil do Capacitar Condominial para ter acesso ao programa multidisciplinar de aperfeiçoamento e especialização de síndicos e equipes de condomínio.

https://condominialnews.com.br/main/authorization/signUp

Condominial News

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      Programa Especial do Condominial News trouxe como debate a necessidade de padronização da data alusiva em comemoração ao Dia do Síndico, tema abordado em outro momento em matéria publicada pelo Condominial News, questionando a diversidade de datas comemorativas nas capitais e cidades brasileiras. Programa direto de Brasília, com transmissão via canal do Youtube Condominial News Nacional, conversou com a Síndica Profissional Fábia Verônica; o Diretor da Abadi Marcelo Borges; Jornalista Airton Roxo; Advogado Henrique Castro; e o CEO do Encontro de Síndicos no Rio Grande do Norte Helder Coultinho.

      O Dia do Síndico foi instituído no Rio de Janeiro, em 1984, pelo governador da época Leonel Brizola, com comemoração no dia 23 de abril. Desde então é um assunto que gera controvérsias, inclusive entre os convidados que estiveram no Programa Condominial News. Mas, na maioria dos casos, a data é comemorada no dia 30 de novembro. E não é que este dia traz boas recordações para a síndica profissional Fábia Verônica, pela comemoração em dose dupla, já que foi o dia em que sua filha nasceu. “É justamente o dia que minha filha nasceu, uma data muito especial, gosto de comemorar, e considero que novembro é o mês mais festivo que tem”, comentou, contestando não desejar mudança no calendário de comemoração.

      Para ela, todo dia é Dia do Síndico, sendo uma profissão exercida com muito amor a princípio pelas pessoas que moravam em condomínios, com perfil de aposentado para cuidar dos interesses coletivos. “É uma data, assim como nas demais profissões para reflexão, das lutas e buscar melhorias para a categoria, trazendo para o debate a presença do profissional tão importante para a coletividade”.

      O diretor da Abadi (RG) diz que considera favorável a universalização da data, por meio de Lei Federal, observando que no Rio de Janeiro há duas datas comemorativas; a primeira no dia 23 de abril, e a segunda no âmbito do município, dia 30 de novembro.
“Este debate vem numa boa hora, se conseguirmos por meio de Projeto de Lei, instituirmos uma data única, abriremos uma janela de eventos , como Congresso, Simpósio, que possa capilarizar o Brasil todo para discutir o exercício desta atividade tão importante para a vida das pessoas”.

      O advogado Henrique Castro também reforça esta ideia ao demonstrar um levantamento realizado por ele no ano passado, o qual aponta a existência de mais de 34 projetos de leis tramitando no Congresso relacionados ao universo condominial. “Por que não mais um PL para dispor ou determinar uma lei? Acho importante esta unificação e com certeza seria um grande marco para a economia”.

      O CEO do Encontro de Síndicos no Rio Grande do Norte, Helder Coultinho, acredita que este é um tema que mexe com a opinião pública, pois há muitos pontos que se divergem um do outro. Ele ressalta que o Rio de Janeiro onde surgiu esta data, sempre foi um estado pioneiro em comunicação, com visibilidade no futebol, por exemplo, fazendo com que torcedores de outros estados acompanhassem os times Flamengo e Botafogo. Em contrapartida, em Recife, assim que a televisão chegou, a transmissão era local, e não se consumia tanto o que vinha do Rio de Janeiro em se tratando de informação.

      Já o jornalista Airton Roxo, direto de Porto Alegre, diz que se sente incomodado diante da diversidade de datas. Para ele, falta representatividade, para defender essa padronização do Dia Nacional do Síndico pelo Brasil. “Seríamos um movimento de mídia, e teríamos a oportunidade para o maior beneficiado, o condômino tome conhecimento da real necessidade e das responsabilidades que tem um síndico. Seria o primeiro passo para conseguirmos representatividade e reconhecimento”.

      Acesse agora o link do programa: https://youtu.be/s5j7bW-d_Wc

Condominial News 

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As Vagas São Limitadas!

      Corra e garanta já a sua vaga nos Cursos de Gestão, Gerência, Zelador e Porteiro de Condomínio, através dos telefones 62 99141-1003 e 62 3594-1790. O início das aulas está previsto para o próximo dia 21 de fevereiro. Esta é uma excelente oportunidade para você se atualizar e começar o ano com o pé direito e mais preparado para o exercício de suas atividades.

      Com carga horária de 30 horas, os Cursos são mais uma realização do Condominial News em parceria com o Capacitar Condominial, por meio do Programa Multidisciplinar de Aperfeiçoamento e Especialização, voltado para síndicos, zeladores, porteiros e equipes em geral. O objetivo do Programa Multidisciplinar é levar conhecimento de forma dinâmica, direcionada e assertiva. As aulas serão online via Aplicativo Zoom, incluindo exercícios práticos e teóricos, com apostilas, material didático e todo suporte que será dado por um time de primeira e altamente qualificado.

      Os participantes receberão orientações de especialistas que vivem na prática o que ensinam e serão acompanhados pelos professores que os estimulam a desenvolver competências relacionadas à Gestão Condominial.

Por Edilson Cardoso

CEO

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      De acordo com o síndico, situação acontece há pelo menos um ano e meio; condômino também teria causado transtornos no próprio prédio.

      Os moradores de um condomínio na região do Morumbi, na zona sul de São Paulo, estão preocupados e com medo de um episódio que tem acontecido de forma frequente, pelo menos há um ano e meio. Um condômino de outro prédio, próximo ao local, tem atirado com balas de airsoft de metal nas janelas do prédio vizinho na tentativa de atingir animais de estimação. O apartamento da gerente de conteúdo Juliana Muncinelli foi atingido na terça-feira, 13. De acordo com ela, outros moradores relataram que os casos já resultaram em cerca de quatro boletins de ocorrência e pelo menos um processo judicial.

      Pelas redes sociais, ela relatou o ocorrido. “Já tentaram fazer de tudo: filmar, expulsar, processar. Enfim, dizem que tem uma briga homérica do nosso prédio com o prédio da frente e ele já quebrou vários vidros das sacadas daqui”, publicou. O síndico do prédio, José Eduardo Saliva, que está no comando do condomínio há um ano e meio, disse que as reclamações acontecem desde a gestão anterior. Na época, o síndico antigo colocou uma câmera focalizando o prédio para flagrar o ocorrido. De acordo com ele, o atirador é um homem coreano que trabalha durante a noite e não tem um bom relacionamento com os próprios vizinhos. “Já teve bastante discussão com o morador do lado, já chamaram polícia, teve bate-boca, ele atirava batata nos outros.”

      Segundo informações, os moradores do prédio tentaram qualificar as atitudes no artigo 1.337 do Código Civil, que prevê uma conduta antissocial do condômino e pode resultar em multas e expulsão. “Mas ele recorre e não paga as multas’, alega Saliva. Procurado, o síndico do outro condomínio não respondeu à reportagem. O artigo 1.337 do Código Civil prevê que “o condômino, ou possuidor, que não cumpre reiteradamente com os seus deveres perante o condomínio poderá, por deliberação de três quartos dos condôminos restantes, ser constrangido a pagar multa correspondente até ao quíntuplo do valor atribuído à contribuição para as despesas condominiais, conforme a gravidade das faltas e a reiteração, independentemente das perdas e danos que se apurem.” Se reincidente, esse valor pode chegar a dez vezes o valor do condomínio. “Se esse condômino tem histórico de comportamentos inadequados em ambientes que se preza pelo respeito e tolerância, a praticada pode ser caracterizada como conduta antissocial. Para enquadrar isso, é preciso que uma assembleia seja convocada para avaliar a conduta do morador. Se aprovada por 3/4 dos condôminos, as penas passam a valer”, avalia o advogado Luiz Fernando Salles, da Salles Giannellini Advogados.

      A equipe do site da Jovem Pan teve acesso a um dos BOs e em nota, a Secretaria de Segurança Pública de São Paulo disse que o caso foi registrado como dano pela Delegacia Eletrônica e é investigado pelo 89º DP – Portal do Morumbi. “O setor de investigação da unidade policial trabalha para esclarecer a autoria, comprovar a materialidade e levantar outras ocorrências semelhantes pela região. Assim que todo o trabalho de polícia judiciária for concluído, será enviado à Justiça para responsabilização dos culpados.” A SSP-SP não confirma a informação de necessidade de um flagrante. Um dos processos judiciais, por perdas e danos, foi arquivado definitivamente em julho de 2020. José Eduardo Saliva afirmou que, caso os condôminos que registraram boletim de ocorrência não levem as imagens obtidas pelo ex - síndico à delegacia, o prédio pode fazer um BO em nome do condomínio com as filmagens arquivadas. Um terceiro caminho seria fazer uma representação criminal contra o atirador e em conjunto com as unidades afetadas e advogados, entrar com uma ação. De acordo com o advogado Luiz Fernando, se houver comprovação de que a pessoa realmente praticou esses atos, ela pode responder criminalmente.

      “Em relação aos moradores do prédio vizinho, existe a Lei 9.605/98 que fala das sanções penais, administrativas e lesivas ao meio ambiente. No parágrafo 32 está prevista multa e detenção de três meses a um ano por ‘praticar ato de abuso, maus-tratos, ferir ou mutilar animais silvestres, domésticos ou domesticados, nativos ou exóticos’. Supondo que são cachorros, se esse vizinho tiver atirado com arma de pressão e causado ferimento, ele pode responder criminalmente por isso”, explicou. “Por si só, o atentado à vida de um animal de forma isolada já seria suficiente para aplicar penalidade, qualquer que seja a justificativa, porque o crime de maus tratos de animais é apenado criminalmente.” O advogado ainda chama a atenção para que, caso o autor não seja, de fato, identificado, o condomínio todo pode responder pelo crime.

Fonte: Jovem Pan

      Para evitar esse tipo de conflito recomendamos o link abaixo:

https://condominialnews.com.br/blog/situacoes-de-conflito-vivenciadas-no-ambito-condominial

      Se você é um gestor condominial e deseja se desenvolver e treinar sua equipe com essa técnica transformadora, o primeiro passo é registrar-se na Comunidade Condominial News criar o seu perfil e solicitar admissão ao perfil do Capacitar Condominial para ter acesso ao programa multidisciplinar de aperfeiçoamento e especialização de síndicos e equipes de condomínio.

https://condominialnews.com.br/main/authorization/signUp

Condominial News

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       Você já acessou um guia comercial on-line especializado em mercado condominial idealizado para assessorar gestores e equipes de condomínios a encontrar produtos, serviços e soluções?

      Talvez você não tenha usado e ainda esteja em dúvida quanto a importância da ferramenta de solicitações on-line, então vamos pensar numa situação real com o Portal Solicite:

      Quando você precisa de (3) três orçamentos para adquirir um determinado produto ou realizar uma contratação de serviço.  Qual fonte de indicação traria a sensação de segurança e credibilidade? Qual é a plataforma que seleciona, cadastra fornecedores por segmento comercial e ainda mantem uma equipe disponível capaz de atender as mais diversas solicitações para que você gestor conheça as melhores opções de equipamentos, produtos, acessórios e fornecedores de serviços do mercado condominial?

      Bom, os fornecedores são essenciais para refletir positiva ou negativamente no pronto atendimento na sua gestão. Então você já percebeu que não é só pedir uma indicação em grupo de WhatsApp para encontrar o fornecedor certo.

      Agora que explicamos um pouquinho mais sobre a importância e o diferencial do Portal Solicite. Aqui estão dicas para que você, mesmo consiga encontrar o fornecedor certo.

  • Orientações Básicas

      A opção assertiva é a mídia especializada no seguimento, como o próprio Portal Solicite que disponibiliza ferramentas complementárias como solicitações diversas e orçamento on-line

      O sistema Solicite.net fica encarregado da função de disseminar a solicitação de orçamento às empresas e também de receber e centralizá-las no painel do usuário.

  • O Usuário Ganha

      Tempo - Com poucos cliques a solicitação se espalha para os fornecedores do segmento especificado.

      Preço - Diversas propostas para escolher a que melhor se enquadra no orçamento.

      Qualidade - Diversos fornecedores dispostos a conquistarem a confiança do usuário.

      Custo/Benefício - Ferramenta a disposição do usuário a custo ZERO.

      Facilidade - Ferramenta fácil de se usar, basta o usuário criar uma página onde administrará suas solicitações e orçamentos recebidos.

  • Assessoria Solicite

      O serviço de Indicação de fornecedores e orientações sobre produtos e serviços do mercado condominial é disponibilizado a custo zero à todos síndicos e equipes de condomínios, administradora e usuário Solicite, sem obrigatoriedade de aquisição de produtos ou uso dos serviços, basta selecionar o segmento "Assessoria Solicite" ou solicitar através do WhatsApp 62 99141-1003.

      Para saber mais registre-se no portal solicite.net e utilize a ferramenta o portal solicite.net não cobra nada do condomínio pelo registro nem pela utilização das ferramentas do site. https://solicite.net

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      O dever de guarda dos documentos do condomínio compete ao síndico (artigo 22, § 1º, "g", da Lei 4.591/64), a quem cabe, como decorrência desse dever, a obrigação de exibi-los.

      Com base nesse entendimento, a 27ª Câmara de Direito Privado do Tribunal de Justiça de São Paulo condenou um síndico a fornecer a um morador as imagens das câmeras de segurança interna do condomínio.

      O morador ajuizou a ação diante da recusa do síndico em exibir as imagens. Em primeiro grau, o réu foi condenado a fornecer as imagens solicitadas pelo autor da ação. O síndico recorreu ao TJ-SP, sustentando sua ilegitimidade passiva por entender que o condomínio é que deveria figurar no polo passivo.

      Isso porque, no entendimento do síndico, as imagens solicitadas pertencem ao condomínio e não a ele. O recurso foi negado pela turma julgadora, em votação unânime. O relator, desembargador Campos Petroni, observou que o dever de guarda das imagens é do síndico.

      "Com relação à arguição de ilegitimidade passiva do síndico, não comporta acolhimento, pois o condomínio é parte ilegítima para figurar em ação de exibição de documentos, tendo em vista que é o síndico quem tem o dever de guarda dos documentos referentes ao condomínio", afirmou o magistrado.

     No mérito, Petroni manteve a sentença de primeira instância e determinou o fornecimento das imagens ao morador: "Tendo o apelado comprovado sua condição de condômino, o pedido de exibição da documentação supramencionada é válido e regular, eis que se trata de documento comum às partes; não se justificando a recusa, pelo apelante, sob a alegação de que tal exibição causaria desconforto ou prejuízos à imagem ou à privacidade dos demais condôminos".

     Processo 1011804- 94.2019.8.26.0223

Fonte: Revista Consultório Juridico

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Zelador é preso por tentar matar idoso em elevador

      O zelador de um prédio do Bairro Meireles, área nobre de Fortaleza, foi preso, na última segunda-feira (21), suspeito de tentar matar um idoso de 64 anos a golpes de faca, dentro de um elevador, após uma discussão entre os dois sobre a poda de uma árvore, no dia 26 de novembro. As identidades não foram reveladas.

      De acordo com o titular do 2° Distrito Policial, Felipe Porto, na tarde do crime, o idoso chegou ao prédio, depois de ter ido passear com os cães, e questionou o zelador, de 32 anos, sobre a poda de uma árvore. O zelador informou, de acordo com a vítima, que teria podado a árvore por conta própria. Em seguida, ele e o idoso discutiram.

      Também segundo a Polícia Civil, logo após, o morador deu as costas para entrar no elevador, e o funcionário o chutou e deu um soco no idoso. O zelador, então, foi até a sala onde trabalhava, pegou uma faca e atingiu o morador com oito golpes, nos braços, no abdômen e na cabeça, gerando 18 pontos, oito internos e dez externos, conforme a vítima.

      Confissão

      Logo após, o idoso conseguiu chegar ao apartamento onde mora, e foi levado pelos familiares a uma unidade de saúde. De acordo com a Polícia Civil, o zelador fugiu do local. Ele falou com a mulher dele, que também trabalha em um dos apartamentos, e foi a uma delegacia onde confessou o crime.

      "Analisamos as imagens e decidimos representar pela prisão preventiva dele, tendo em vista a brutalidade das imagens, que são fortes. A vítima informou que estava com medo dele, porque ele poderia voltar e terminar o crime", explicou o titular do 2° Distrito Policial, Felipe Porto.

      Fonte: G1.globo - Fortaleza.

      Para evitar esse tipo de conflito recomendamos os links abaixo:

https://condominialnews.com.br/blog/comunicacao-nao-violenta-uma-pratica-eficaz-na-prevencao-de-confl?edited=1

https://condominialnews.com.br/blog/situacoes-de-conflito-vivenciadas-no-ambito-condominial

      Se você é um gestor condominial e deseja se desenvolver e treinar sua equipe com essa técnica transformadora o primeiro passo é registrar-se na Comunidade Condominial News criar o seu perfil e solicitar admissão ao perfil do Capacitar Condominial para ter acesso ao programa multidisciplinar de aperfeiçoamento e especialização de síndicos e equipes de condomínio.

https://condominialnews.com.br/main/authorization/signUp?

Condominial News

 

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      Entendam a importância da capacitação do síndico e de sua equipe com medidas de prevenção a diversas situações de conflito por meio da comunicação não violenta.

      Os condomínios são considerados uma turbina geradora de conflitos como dizia o saudoso Sylvio Capanema, escritor do livro A Lei do Inquilinato; em muitas de suas palestras, é cada vez mais comum síndicos investirem em treinamentos e capacitação de sua equipe para que esses entendam o comportamento e necessidades dos condôminos. As pesquisas notam um crescimento em problemas de relacionamento nos condomínios. Síndicos, moradores e porteiros têm ganhado destaques negativos nos noticiários por se envolver em conflitos que poderiam ser evitados.

      “Percebemos que a falta de conhecimento e a falta de habilidades em lidar com as boas práticas condominiais é uma porta aberta para falhas na gestão. A cultura focada em resultado é importante mais é preciso cuidar das pessoas, escutá-las e saber confiar nelas”, explica Roberta Lucena, Especialista em Comunicação Não Violenta do Programa Multidisciplinar Capacitar Condominial.

      Os treinamentos trouxeram algo à tona nos condomínios: a dificuldade dos gestores equipes e moradores em ter uma escuta mais cuidadosa e não interpretar a fala dos outros de acordo com suas próprias emoções. O resultado disso gera ruídos na comunicação e uma sensação das equipes de que há pouco reconhecimento e muita cobrança.

      “Percebemos que uma boa parcela dos gestores, funcionários e moradores não conseguem se comunicar de maneira empática em algumas situações. Por vezes acabamos tão focados em resultados que deixamos as pessoas de lado.”, pontua Roberta Lucena.

      A Solução

      Para reforçar a empatia e trabalhar o conceito de comunicação não violenta, um termo cunhado nos anos 1960 pelo psicólogo americano Marshall Rosenberg; segundo a teoria, para lidar com conflitos de forma produtiva, as pessoas devem aprender a identificar quais são suas necessidades e saber comunicá-las de modo que possam cooperar para resolver juntas os problemas.

      “Muitas vezes não percebemos quanto nossa fala pode ser violenta para o outro, mesmo que para nós não seja. Estamos aprendendo a dizer coisas difíceis de maneira diferente, a dividir as decisões e a escutar o que os outros têm a dizer”, diz Roberta.

      Nove em cada dez líderes treinados em comunicação não violenta no programa Capacitar Condominial afirmaram ter ficado chocados com o fato de a fala deles ser violenta – algo que não notavam antes da imersão no tema.

      “O ambiente no coletivo, por exemplo, já é bastante tenso, com metas bem altas e muitas pessoas para cobrar. Nossa expectativa é que o dia a dia no condomínio seja mais suave, menos suscetível a erros por falta de habilidades profissionais. Queremos ajudar os gestores de condomínios e suas equipes a encontrar maneiras de lidar melhor com as adversidades, desafios e pressões do dia a dia. Que esses conheçam os conceitos da CNV na prática, com dinâmicas e experiências comunicativas. Que façam uso da técnica para melhorar a comunicação entre síndicos condômino e colaboradores. Já imaginou o quanto podemos preventivamente evitar conflito em nosso condomínio?

      Se você é um gestor condominial e deseja se desenvolver e treinar sua equipe com essa técnica transformadora o primeiro passo é registrar-se na Comunidade Condominial News criar o seu perfil e solicitar admissão ao perfil do Capacitar Condominial para ter acesso ao programa multidisciplinar de aperfeiçoamento e especialização de síndicos e equipes de condomínio.

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